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19 de maio de 2018

Bragança



Brasão de Bragança
Bragança é uma cidade portuguesa, capital do Distrito de Bragança, na região de Trás-os-Montes, no Nordeste de Portugal Nordeste Transmontano), com 21 853 habitantes no perímetro urbano.
É o oitavo maior município português, com 1 173,57 km² de área,[35 341 habitantes (2011) e 39 freguesias.
O município é limitado a norte e leste por Espanha (província de Zamora), a sueste pelo município de Vimioso, a sudoeste por Macedo de Cavaleiros e a oeste por Vinhais.
Em relação às outras capitais de distrito, Bragança é a que se situa mais a norte.
Os celtas baptizaram a cidade, fundada no século II a.C., com o nome de Brigância, que se foi latinizando até passar a ser "Bragança". Este nome é a origem do gentílico mais comum: brigantino. Bragançano também é muito usado. Bragantino e bragançês são pouco usados.

O concelho de Bragança está dividido em 39 freguesias:
  • Alfaião
  • Aveleda e Rio de Onor
  • Babe
  • Baçal
  • Carragosa
  • Castrelos e Carrazedo
  • Castro de Avelãs
  • Coelhoso
  • Donai
  • Espinhosela
  • França
  • Gimonde
  • Gondesende
  • Gostei
  • Grijó de Parada
  • Izeda, Calvelhe e Paradinha Nova
  • Macedo do Mato
  • Mós
  • Nogueira
  • Outeiro
  • Parada e Faílde
  • Parâmio
  • Pinela
  • Quintanilha
  • Quintela de Lampaças
  • Rabal
  • Rebordainhos e Pombares
  • Rebordãos
  • Rio Frio e Milhão
  • Salsas
  • Samil
  • Santa Comba de Rossas
  • São Julião de Palácios e Deilão
  • São Pedro de Sarracenos
  • Sé, Santa Maria e Meixedo
  • Sendas
  • Serapicos
  • Sortes
  • Zoio

8 de outubro de 2017

Niña de la Alfalfa - Saeta - 1928




Saeta é um tipo de música religiosa espanhola datando de muitos séculos atrás. A saeta antigua (saeta antiga) provavelmente surgiu da recitação de salmos sob a influência da música litúrgica. As "saetas variam enormemente em forma e estilo, alcançando de simples melodias silábicas a melodias altamente elaboradas". Desde o século XIX, no entanto, as saetas mais preferidas têm incorporado elementos distintos associados com a música flamenca particularmente as siguiriyas.

A saeta é mais conhecida por seu poder triste durante a Semana Santa, quando pela tradição católica a música é executada durante as procissões pelas irmandades religiosas que passam pelas ruas das cidades e vilas da Andaluzia.

Possuindo uma intensidade emocional lastimosa e uma carga dramática, a saeta é cantada pelo saetero, frequentemente de uma sacada, e deve ser dirigida à estátua de Jesus abaixo, em sua agonia na Via Dolorosa, ou à estátua de sua mãe em sofrimento Maria.[6] Estas e outras estátuas fabricadas são montadas sobre plataformas e carregadas ao longo das ruas sobre os ombros de penitentes passando entre o ajuntamento público.
A resposta emocional imediata à saeta, muitas vezes de tristeza intensa, deve ser a razão para seu nome.

As saetas são cantadas nas adorações ao ar livre durante toda Quaresma, e também devem ser cantandas durante a época de Natal. Uma forma especial de saeta (a saeta carcelera) também é cantada nas prisões durante visitas de irmandades.
Várias cidades da Andaluzia têm seus próprios estilos peculiares da saeta.

É frequentemente cantada a cappella. Tomadas da música flamenca são os melismas, as tercinas e outros floreios. Sendo um dos cantos a palo seco (categoria de flamenco, tradicionamente cantado a cappella ou, em alguns casos, com algum tipo de percussão). o cantor pode também ser acompanhado por tambores ou cornetas.[8] Qualquer acompanhamento é mais frequente no compasso 2/4 ou 6/8. Normalmente o saetero canta num tom menor finalizando no dominante; a métrica de versos diferentes serão frequentemente variáveis dependendo da interpretação. Origens árabes e hebraicas tem sido propostas.

Palos de flamenco adotados pela saeta incluem especialmente as siguiriyas e as martinetes e outros incluem as saetas por soleares, por polos, por cañas e por fandangos. O cantor Manuel Torre (1878-1933) foi muito respeitado por sua saeta.

De herança heterogênea, a saeta se tornou o fruto artístico emocional de várias culturas. Os ciganos "se sienten identificados con los episodios de la Pasión y consideran a Jesús como un hermano en desgracia que sufre persecusión y muerte".Nada certamente substitui ouvir e testemunhar a saeta.

"La saeta, pues, costituye la síntesis antropológica del andaluz (hondura, plástica, señorío, dolor metafísico) coronada en santidad. La saeta exige un máximo de veracidad pasional, por lo mismo que a nadie le es dado encaramarse en la audacia de sus ayes sin la potencia y la certeza que brinda la posesión heroica del dolor".

18 de janeiro de 2014

Heavy metal


O heavy metal (muitas vezes referido apenas como metal) é um gênero do rock que se desenvolveu no fim da década de 1960 e no início da década de 1970, em grande parte, no Reino Unido e nos Estados Unidos. Tendo como raízes o blues-rock e o rock psicodélico, as bandas que criaram o gênero desenvolveram um espesso, maciço som, caracterizado por altas distorções amplificadas, prolongados solos de guitarra e batidas enfáticas. O Allmusic afirma que "de todos os formatos do rock 'n' roll, o heavy metal é a forma mais extrema, em termos de volume, e teatralidade".
As primeiras bandas de heavy metal como Led Zeppelin, Black Sabbath e Deep Purple atraíam grandes audiências, um atributo comum em toda a história do gênero. 
Em meados da década de 1970, o Judas Priest ajudou a impulsionar a evolução do gênero suprimindo muito da influência do blues presente na primeira geração do metal britânico; o Motörhead introduziu agressividade e fúria nos vocais, influência do punk rock, e uma crescente ênfase na velocidade. 
Bandas do "New Wave of British Heavy Metal" como Iron Maiden seguiram a mesma linha. Antes do final da década, o heavy metal tinha atraído uma sequência de fãs no mundo inteiro conhecido como "metalheads" ou "headbangers" e também como "metaleiros" em países de idioma português.
Na década de 1980, o glam metal se tornou uma grande força comercial com grupos como Mötley Crüe. O Underground produziu uma série de cenas mais extremas e estilos agressivos: o thrash metal invadiu o cenário com bandas como Anthrax, Megadeth, Metallica e Slayer, enquanto outros estilos como odeath metal e o black metal permaneceram como fenômenos da subcultura do metal. Nos anos 1980, ainda foi criado o power metal, com bandas como Helloween e Blind Guardian.
Desde meados da década de 1990, populares estilos como alternative metal e suas vertentes mais famosas: industrial metal, rap metal e nu metal, muitas vezes incorporam elementos do hip hop e funk. Já o metalcore, que combina hardcore punk com metal extremo, tem alargado ainda mais a definição do gênero.

Le heavy metal est un genre de rock apparu au Royaume-Uni et aux États-Unis à la fin des années 1960. Cependant, le terme de « heavy metal » est sujet à confusion car il peut prendre plusieurs sens différents selon le contexte dans lequel il est employé :
  • dans un contexte original, il fut utilisé comme un synonyme de hard rock2 ;
  • dans un second sens, le terme désigne le heavy metal traditionnel, une tendance esthétique plus radicale3 qui, au cours des années 1970 et 1980, s’est démarquée du hard rock, en s’éloignant de ses racines blues2, même si cette distinction est contestée par des recherches récentes4 ;
  • dans un sens large et généralisé, le heavy metal ou metal (tout court) désigne toutes les musiques qui descendent du heavy metal traditionnel et du hard rock.
Dans le cadre de cet article le terme heavy metal est employé dans son sens large. En ce sens, il est aussi communément appelé metal. Le heavy metal puise son inspiration, entre 1969 et 1974, dans des groupes de hard rock qui, en combinant blues et rock, ont créé un hybride aux sonorités lourdes et épaisses, centré sur les impulsions de la batterie et de la guitare à la distorsion très amplifiée.
Au fil des années, le heavy metal a donné naissance à des sous-genres variés. Le genre s'est popularisé dans les années 1970 et 1980, au fur et à mesure de l'apparition de ses sous-genres, et il génère toujours dans les années 2000 un fort engouement de la part de ses fans à travers le monde.

21 de outubro de 2013

The saltarello



The saltarello was a lively, merry dance first mentioned in Naples during the 14th century. The music survives, but no early instructions for the actual dance are known. It was played in a fast triple meter and is named for its peculiar leaping step, after the Italian verb saltare ("to jump").

The saltarello enjoyed great popularity in the courts of medieval Europe. During the 15th century, the word saltarello became the name of a particular dance step (a double with a hop on the final or initial upbeat), and the name of a meter of music (a fast triple), both of which appear in many choreographed dances. Entire dances consisting of only the saltarello step and meter are described as being improvised dances in 15th century Italian dance manuals. (The first dance treatise that dealt with the saltarello was the 1465 work of Antonio Cornazzano.) This step and meter do not appear in 16th century dance manuals, except in passing. During this era, the saltarello was danced by bands of courtesans dressed as men at masquerades. The saltarello gave birth to the quadernaria in Germany, which was then fused into the saltarello tedesco (German saltarello) in Italy.

Saltarello as a folk dance

Although a Neapolitan court dance in origin, the saltarello became the typical Italian folk dance of Ciociaria and a favorite tradition of Rome in the Carnival and vintage festivities of Monte Testaccio. After witnessing the Roman Carnival of 1831, the German composer Felix Mendelssohn incorporated the dance into the finale of one of his masterpieces, the Italian Symphony. The only example of a saltarello in the North is saltarello romagnolo of Romagna.
The saltarello is still a popular folk dance played in the regions of Southern-Central Italy, such as Abruzzo, Molise (but in these two regions the name is female: Saltarella), Lazio and Marche. The dance is usually performed on the zampogna bagpipe or on the organetto, a type of diatonic button accordion, and is accompanied by a tamburello.

7 de outubro de 2013

Polyphony

In music, polyphony is a texture consisting of two or more simultaneous lines of independent melody, as opposed to music with just one voice (monophony) or music with one dominant melodic voice accompanied by chords (homophony).
Within the context of the Western musical tradition, the term is usually used to refer to music of the late Middle Ages and Renaissance. Baroque forms such as the fugue, which might be called polyphonic, are usually described instead as contrapuntal. Also, as opposed to the species terminology of counterpoint, polyphony was generally either "pitch-against-pitch" / "point-against-point" or "sustained-pitch" in one part with melismas of varying lengths in another.[1] In all cases the conception was probably what Margaret Bent (1999) calls "dyadic counterpoint", with each part being written generally against one other part, with all parts modified if needed in the end. This point-against-point conception is opposed to "successive composition", where voices were written in an order with each new voice fitting into the whole so far constructed, which was previously assumed.


Although the exact origins of polyphony in the Western church traditions are unknown, the treatises Musica enchiriadis and Scolica enchiriadis, both dating from c. 900, are usually considered the oldest extant written examples of polyphony. These treatises provided examples of two-voice note-against-note embellishments of chants using parallel octaves, fifths, and fourths. Rather than being fixed works, they indicated ways of improvising polyphony during performance. The Winchester Troper, from c. 1000, is the oldest extant example of notated polyphony for chant performance, although the notation does not indicate precise pitch levels or durations.
Traditional (non-professional) polyphony has a wide, if uneven distribution among the peoples of the world. Most polyphonic regions of the world are in sub-Saharan Africa, Europe and Oceania. It is believed that the origins of polyphony in traditional music vastly predate the emergence of polyphony in European professional music. Currently there are two contradicting approaches to the problem of the origins of vocal polyphony: the Cultural Model, and the Evolutionary Model.[2] According to the Cultural Model, the origins of polyphony are connected to the development of human musical culture; polyphony came as the natural development of the primordial monophonic singing; therefore polyphonic traditions are bound to gradually replace monophonic traditions.[3] According to the Evolutionary Model, the origins of polyphonic singing are much deeper, and are connected to the earlier stages of human evolution; polyphony was an important part of a defence system of the hominids, and traditions of polyphony are gradually disappearing all over the world.[4]

The Cambridge Singers


Giovanni Pierluigi da Palestrina (c. 1525 – 2 February 1594)[1] was an Italian Renaissance composer of sacred music and the best-known 16th-century representative of the Roman School of musical composition.[2] He has had a lasting influence on the development of church music, and his work has often been seen as the culmination of Renaissance polyphony.[2]

Jan Kubelik plays "Zephyr" by Hubay