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4 de setembro de 2018

ENCONTRO DO CANCIONEIRO GALAICO-PORTUGUÊS


Em.Com.Tradições é um projecto ímpar na promoção e divulgação das tradições da música Galaico-Portuguesa. 
A iniciativa, que surge em parceria com o Eixo Atlântico, pretende envolver os agentes actuantes nas diferentes áreas ligadas a esta temática, sejam luthiers, professores, investigadores, músicos, associações e grupos de folclore.
 Neste âmbito, serão realizados encontros de músicos e construtores de instrumentos tradicionais, workshops e tertúlias temáticas sobre a música e o livro galaico-português, em que se debaterá a cultura musical comum, as artes e ofícios em torno da construção dos instrumentos e da dimensão etnomusicológica de investigação. 
Além dos momentos de partilha e produção de conhecimento, o programa, totalmente gratuito, contempla ainda diversos espectáculos de música tradicional, dos quais se destacam os concertos Sopa de Pedra e Daniel Pereira Cristo. 
As actividades estão distribuídas por quatro equipamentos centrais, a Biblioteca Municipal, o Cineteatro António Lamoso, o Mercado Municipal Fernando Távora e o Museu Convento dos Lóios.

                                                                 

26 de julho de 2017

Criação do Grupo Coral Infantil


Criação do Grupo Coral Infantil
Vem participar num espectáculo musical a 23 de Setembro

Gostas de cantar? Gostavas de experimentar?
Vem cantar na biblioteca!
A tua voz vai fazer a diferença!


2 vezes por semana
das 18h00 às 19h30

Período de inscrição: durante o mês de Julho

Crianças dos 6 aos 12 anos

Participantes: de 7 a 30.

Parceria com o Teatro Maria Matos.

Biblioteca de Marvila
R. António Gedeão
218 173 000

bib.marvila@cm-lisboa.pt

19 de fevereiro de 2015

Tonada El Congo - "Códice Trujillo del Perú o Martínez Compañón" (S. XVIII)




EL CÓDICE TRUJILLO DEL PERÚ O CODEX MARTÍNEZ COMPAÑÓN, (S. XVIII)

A finales del siglo XVIII, Baltasar Jaime Martínez Compañón —obispo de Trujillo en el Virreinato del Perú— hizo un viaje de varios años para conocer la región que tenía a su cargo. Tiempo después, cuando tuvo que dejar Trujillo porque fue nombrado arzobispo de Bogotá, Martínez Compañón le envió al rey de España una serie de más de 1.400 ilustraciones, que había hecho durante ése viaje. Estas imágenes, que están actualmente en la biblioteca del Palacio Real de Madrid, se conocen como el "Códice Trujillo del Perú" o "Codex Martínez Compañón".
Dieciocho de las imágenes del códice Trujillo, contienen las partituras de 20 piezas musicales. Son las estampas que van de la E. 176 a la E. 193 del tomo II del códice Trujillo, y corresponden a la música que recopiló el obispo Martínez Compañón en el noroeste del Perú entre 1782 y 1785. Aunque se trata de música escrita según la tradición europea, tiene elementos que provienen de distintas culturas.

Escribe FRANCO DAPONTE [Libreto del CD]: «Sin duda uno de los más grandes aportes a la música en la zona, así lo demuestran las acuarelas, lo realizaron los esclavos africanos. 

La procedencia de los esclavos dependía del tipo de labor a realizar en el Nuevo Mundo, es así que para las labores mineras traían esclavos yorubas y para las agrícolas los Bantú. Por ser la zona recorrida por el Obispo eminentemente agrícola, la mayoría de esclavos procedía de Angola y Congo.
La Tonada del Congo (Tomo II, E. 178) da cuenta en el texto de la triste experiencia de un esclavo bozal llegado a la zona. Entre las danzas que llegaron de la zona bantú, las más popularizadas fueron las llamadas de “ombligada” propias de la zona de Luanda (África), que luego denominaron lundum, landó, samba landó, etc. Esta se sincretizó con las danzas populares españolas popularizadas en las tonadillas escénicas del siglo XVIII, como el fandango, la jota, las boleras, etc. Dando origen a variadas formas locales que luego conformaron la generalidad de los “bailes de tierra”, que fueron registrados por el Obispo en acuarelas y transcripciones musicales que llamó tonadas “de canto y baile” clasificadas desde la E. 181 a la E. 185».

Cuando una pieza musical (villancico, tonada…) daba voz a personajes africanos que hablaban en una temprana variedad criolla del castellano o el portugués, a veces mezclando algunas palabras sueltas de la lenguas yoruba o bantú (esta imitación del habla de los africanos, se denominaba “español bozal” o simplemente “bozal”), tendía a incorporar los fuertes esquemas rítmicos de percusión que eran considerados típicos de las danzas africanas, así como efectos antifonales y de responso entre los solistas y el “tutti”, que eran frecuentemente asociados con las ejecuciones vocales de la tradición africana. 



https://musicarenacentistaybarroca.wo...

http://es.wikipedia.org/wiki/Baltasar...

Códice Trujillo del Perú (digitalizado) [pulsar en Catálogo]: 
http://www.cervantesvirtual.com/porta...

http://www.persee.fr/web/revues/home




23 de janeiro de 2015

A Baixa da Natalidade: As razões do Estado e os Direitos das Mulheres

http://www.fmsoares.pt/aeb/crono/biografias?registo=Ana%20de%20Castro%20Os%C3%B3rio
Ana de Castro OsórioAna de Castro Osório (1872-1935)
Nasceu em Mangualde a 18 de Junho de 1872. Começou a escrever com vinte e três anos. Foi a fundadora da literatura infantil em Portugal, reformulando e celebrizando contos populares portugueses, ao mesmo tempo que publicava histórias originais. Fundou a revista feminina `A Sociedade Futura´ e foi uma das principais impulsionadoras da Liga Republicana das Mulheres Portuguesas, trabalhando e publicando várias obras sobre educação das crianças e a condição feminina, bem como numerosas obras didácticas.

21 de outubro de 2013

The saltarello



The saltarello was a lively, merry dance first mentioned in Naples during the 14th century. The music survives, but no early instructions for the actual dance are known. It was played in a fast triple meter and is named for its peculiar leaping step, after the Italian verb saltare ("to jump").

The saltarello enjoyed great popularity in the courts of medieval Europe. During the 15th century, the word saltarello became the name of a particular dance step (a double with a hop on the final or initial upbeat), and the name of a meter of music (a fast triple), both of which appear in many choreographed dances. Entire dances consisting of only the saltarello step and meter are described as being improvised dances in 15th century Italian dance manuals. (The first dance treatise that dealt with the saltarello was the 1465 work of Antonio Cornazzano.) This step and meter do not appear in 16th century dance manuals, except in passing. During this era, the saltarello was danced by bands of courtesans dressed as men at masquerades. The saltarello gave birth to the quadernaria in Germany, which was then fused into the saltarello tedesco (German saltarello) in Italy.

Saltarello as a folk dance

Although a Neapolitan court dance in origin, the saltarello became the typical Italian folk dance of Ciociaria and a favorite tradition of Rome in the Carnival and vintage festivities of Monte Testaccio. After witnessing the Roman Carnival of 1831, the German composer Felix Mendelssohn incorporated the dance into the finale of one of his masterpieces, the Italian Symphony. The only example of a saltarello in the North is saltarello romagnolo of Romagna.
The saltarello is still a popular folk dance played in the regions of Southern-Central Italy, such as Abruzzo, Molise (but in these two regions the name is female: Saltarella), Lazio and Marche. The dance is usually performed on the zampogna bagpipe or on the organetto, a type of diatonic button accordion, and is accompanied by a tamburello.

21 de fevereiro de 2013

some sense



A poesia vai acabar, os poetas
vão ser colocados em lugares mais úteis.
Por exemplo, observadores de pássaros (enquanto os pássaros não acabarem).
Esta certeza tive-a hoje ao entrar numa repartição pública.
 
Um senhor míope atendia devagar ao balcão;
eu perguntei: «Que fez algum poeta por este senhor?» 
E a pergunta afligiu-me tanto por dentro e por fora da cabeça que tive que voltar a ler toda a poesia desde o princípio do mundo.
 
Uma pergunta numa cabeça.
– Como uma coroa de espinhos:
estão todos a ver onde o autor quer chegar? –

Manuel António Pina


9 de julho de 2012

Related birds evolve different songs and colours


Canadian Researchers have discovered a pattern in birds' songs and plumage that help explain some of the colourful and tuneful variety in nature.
The team found that closely related birds that share the same habitat tend to look and sound different.
This evolutionary rule of thumb seems to help birds to identify members of their own species.
Dr Paul Martin presented the findings at the First Joint Congress for Evolutionary Biology in Ottawa.
He and his team studied 250 bird species throughout the world.
With the help of the Macaulay Library of birdsong, they were able to compile a database of where the birds lived and what they looked and sounded like.
"We found, repeatedly, that birds that [live in the same location] with a close relative have more divergent songs and colour patterns," he told BBC Nature.

9 de dezembro de 2011

Tomas Transtroemer homenageado hoje no Palácio Galveias






















I waken the car
whose windshield is coated with pollen.
I put on my sunglasses.
The birdsong darkens.
Meanwhile another man buys a paper
at the railway station
close to a large goods wagon,
which is all red with rust
and stands flickering in the sun.
No blank space anywhere here.
Straight through the spring warmth a cold corridor
where someone comes running
and tells how up at the head office
they slandered him.
Through a back door in the landscape
comes the magpie
black and white.
And the blackbird darting to and fro
till everything becomes a charcoal drawing,
except the white clothes on the washingline:
a Palestrina chorus.
No blank space anywhere here.
Fantastic to feel how my poem grows
while I myself shrink.
It grows, it takes my place.
It pushes me aside.
It throws me out of the nest.
The poem is ready.


O poeta sueco Tomas Transtroemer, prémio Nobel da Literatura 2011, será homenageado hoje à tarde na Biblioteca Municipal Palácio Galveias, em Lisboa, por iniciativa da Fundação José Saramago.
Transtroemer, de 80 anos, hemiplégico há mais de duas décadas devido a um acidente vascular cerebral que o fez também perder a fala, será celebrado a partir das 18:30, na véspera de receber o Nobel das mãos do rei Carlos XVI Gustavo, numa cerimónia que se realizará em Estocolmo.

«O poeta Tomas Transtroemer receberá o Prémio Nobel da Literatura 2011. 

O amigo da música, dos versos, das causas belas, o sueco que não fala nem se movimenta mas que comunica com o olhar e que com ele é capaz de trazer beleza ao mundo, será festejado em Lisboa por aqueles que não se renderam», lê-se na convocatória divulgada pela Fundação Saramago
Diário Digital / Lusa

Jan Kubelik plays "Zephyr" by Hubay