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9 de outubro de 2011
3 de outubro de 2011
19 de setembro de 2011
Milhares de japoneses em protesto contra energia nuclear
Sessenta mil manifestantes reuniram-se no centro de Tóquio esta segunda-feira para pedir o fim da dependência do Japão sobre a energia nuclear, seis meses depois do pior desastre nuclear do mundo em 25 anos.
O Japão proibiu a entrada da população dentro de um raio de 20 km em redor da central de Fukushima Daiichi, no nordeste do Japão, que teve os seus sistemas de resfriamento desactivados pelo terramoto e tsunami de 11 de Março.
Cerca de 80 mil pessoas foram retiradas da região junto à central que ainda está a libertar radiação, na pior crise nuclear do mundo desde Chernobil em 1986, o que obrigou o governo a repensar a sua política energética.
Os líderes do protesto, incluindo o Prémio Nobel em 1994, Kenzaburo Oe, e o músico Ryuichi Sakamoto, chamaram o protesto de «Adeus às Centrais de Energia Nuclear».
O ex-primeiro-ministro Naoto Kan disse à agência de notícias japonesa Kyodo News ter recebido informações de que cerca de 30 milhões de pessoas em Tóquio e nas províncias vizinhas poderiam ter de ser retiradas no cenário mais pessimista. «Foi um momento crucial quando eu não tinha a certeza se o Japão continuaria a funcionar como um Estado», disse no final de semana, segundo a Kyodo.
in diário digital
17 de setembro de 2011
2.000 Manifestation contre le nucléaire à Tihange
Quelque 2.000 personnes se sont rassemblées devant le site de la centrale de Tihange, samedi après-midi, pour protester contre le nucléaire.
« Les catastrophes de Fukushima, Tchernobyl et Tree Mile Island montrent à suffisance qu’il n’y a pas de risque zéro : le nucléaire est dangereux en plus d’être polluant et extrêmement coûteux », explique un représentant de l’association Nucléaire Stop. Les manifestants réclament la fermeture immédiate des plus vieux réacteurs belges et la fermeture rapide des autres.« Il faut développer rapidement et massivement les énergies renouvelables. Si nous venons d’Allemagne, c’est parce que les dangers nucléaires n’ont pas de frontière »,souligne pour sa part un militant d’Aktionsbündnis gegen Atomenergie Aachen.
L’appel a été lancé par le réseau Nucléaire stop, Inter-environnement Wallonie, Aktionsbündnis gegen Atomenergie Aachen et de Landelijk Platform tegen Kernenergie.
Les manifestants arguent qu’un accident dans la centrale de Tihange, qui comporte l’un des trois plus vieux réacteurs belges, aurait « des impacts sanitaires et environnementaux majeurs non seulement en Belgique mais aussi en Allemagne, aux Pays-Bas, au Luxembourg et en France », selon leur site internet « www.stop-tihange.org ».
C’est la raison pour laquelle des associations de ces quatre pays ont lancé un appel commun à manifester pour la sortie du nucléaire civil. Français et Luxembourgeois devaient se rassembler pour leur part devant la centrale de Cattenom, en Lorraine française.
Un important dispositif policier a été déployé. Samedi en milieu d’après-midi, aucun débordement n’était à déplorer.
4 de fevereiro de 2009
De lege agraria nova

Segundo o AngolaPress, "A ministra do Ambiente, Fátima Jardim, disse, no último fim-de-semana, na Huíla, que o Governo vai criar instrumentos legais que regerão a exploração dos recursos florestais e da fauna nas suas importações e exportações principalmente nos aeroportos, portos e nos postos fronteiriços.A governante falava na abertura do seminário sobre o comércio internacional de espécies de fauna e flora selvagem ameaçadas em extinção, enquadrado na 'Semana Nacional do Ambiente' que decorre sob o lema 'Ambiente seguro melhor futuro'.Fátima Jardim considerou que estes instrumentos de divulgação sobre os amimais e espécies florestais, que se encontram em via de extinção, vão determinar e manter um controlo de quantos animais e espécies florestais são importados e exportados no país.A titular da pasta recomendou também aos agentes fiscalizadores dos aeroportos, portos e postos fronteiriços no sentido de prenderem aqueles indivíduos que não possuem documentos jurídico-legal sobre a comercialização e transacção de animais.
Fátima Jardim afirmou que umas das preocupações do Ministério é relativa à constante caça ilegal de animais e de abate indiscriminado de árvores, fundamentalmente nas florestas densas
Fátima Jardim afirmou que umas das preocupações do Ministério é relativa à constante caça ilegal de animais e de abate indiscriminado de árvores, fundamentalmente nas florestas densas
3 de fevereiro de 2009
Cientistas portugueses preparam Atlas da Flora Europeia


Cerca de 150 investigadores, incluindo quatro portugueses, estão a elaborar o primeiro Atlas da Flora de todo o continente europeu, cujo trabalho já permitiu mapear um terço das espécies.
A pesquisa foi iniciada há cerca de quatro décadas, mas os investigadores têm ainda muito trabalho pela frente, disse hoje à Lusa António Xavier Pereira Coutinho, coordenador da equipa portuguesa.
«Vai demorar ainda algum tempo, o Atlas deverá ficar concluído nunca antes de dez a 15 anos», afirmou o investigador do Departamento de Botânica da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC).
Um Atlas da Flora da Europa é «importantíssimo, porque o que está em jogo é o equilíbrio dos ecossistemas, da Biosfera», considerou.
Quantas espécies de plantas existem na Europa, em que quantidades e em que condições se encontram, quantas estão em risco de extinção, são algumas das questões para as quais os cientistas procuram respostas.
Os resultados obtidos podem contribuir para explicar as alterações climáticas no planeta, já que «as espécies evoluem de acordo com o clima», sublinha o investigador.
A pesquisa foi iniciada há cerca de quatro décadas, mas os investigadores têm ainda muito trabalho pela frente, disse hoje à Lusa António Xavier Pereira Coutinho, coordenador da equipa portuguesa.
«Vai demorar ainda algum tempo, o Atlas deverá ficar concluído nunca antes de dez a 15 anos», afirmou o investigador do Departamento de Botânica da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC).
Um Atlas da Flora da Europa é «importantíssimo, porque o que está em jogo é o equilíbrio dos ecossistemas, da Biosfera», considerou.
Quantas espécies de plantas existem na Europa, em que quantidades e em que condições se encontram, quantas estão em risco de extinção, são algumas das questões para as quais os cientistas procuram respostas.
Os resultados obtidos podem contribuir para explicar as alterações climáticas no planeta, já que «as espécies evoluem de acordo com o clima», sublinha o investigador.
A acção humana recente, nomeadamente no que se refere à construção civil e à poluição, bem como a pastorícia e os fogos florestais, estão a ameaçar várias espécies de plantas, «essenciais para o equilíbrio da biodiversidade, porque cada espécie tem um património genético irrepetível», alertou.
Neste momento, os cientistas estão a tratar as «Rosaceae», uma família importante a nível ecológico, e também económico, que inclui plantas ornamentais (como as roseiras) e alimentícias (como as pereiras, cerejeiras e morangueiros).
«Portugal possui uma riqueza bastante grande, mais de 3.200 espécies de plantas superiores, número superior ao do Reino Unido, por exemplo», disse António Pereira Coutinho.
O mapeamento da flora da Europa, onde existirão «muitas dezenas de milhares de
Neste momento, os cientistas estão a tratar as «Rosaceae», uma família importante a nível ecológico, e também económico, que inclui plantas ornamentais (como as roseiras) e alimentícias (como as pereiras, cerejeiras e morangueiros).
«Portugal possui uma riqueza bastante grande, mais de 3.200 espécies de plantas superiores, número superior ao do Reino Unido, por exemplo», disse António Pereira Coutinho.
O mapeamento da flora da Europa, onde existirão «muitas dezenas de milhares de
espécies», é «um trabalho moroso, meticuloso e que exige conhecimento de campo».
Os dados recolhidos são posteriormente enviados para a Universidade de Helsínquia, onde é reunido todo o trabalho realizado pelos diferentes países.
A informação fornecida a Helsínquia serve também para o Comité Internacional (The Committee for Mapping the Flora of Europe, em colaboração com a Societas Biologica Fennica Vanamo) apontar medidas para, por exemplo, salvar espécies em perigo de extinção, sublinha António Pereira Coutinho.
O docente da FCTUC integra também a comissão que elabora o Livro Vermelho da Flora Portuguesa, onde se procede à catalogação das espécies ameaçadas no país.
Diário Digital / Lusa
A informação fornecida a Helsínquia serve também para o Comité Internacional (The Committee for Mapping the Flora of Europe, em colaboração com a Societas Biologica Fennica Vanamo) apontar medidas para, por exemplo, salvar espécies em perigo de extinção, sublinha António Pereira Coutinho.
O docente da FCTUC integra também a comissão que elabora o Livro Vermelho da Flora Portuguesa, onde se procede à catalogação das espécies ameaçadas no país.
Diário Digital / Lusa
27 de janeiro de 2009
Bayer investe mil milhões em sustentabilidade ambiental


O grupo Bayer está a investir mil milhões de euros num programa de sustentabilidade ambiental, até 2010, que tem por objectivo rentabilizar a eficácia energética e preservar o meio ambiente.
Este investimento tem como prioridades o desenvolvimento de produtos e processos eco-friendly e a redução das emissões de dióxido de carbono (CO2), segundo o divulgado em comunicado.
«Enquanto empresa industrial, a Bayer é forçada a emitir gases CO2. Estamos conscientes desse facto, bem como dos problemas que afectam o nosso planeta e a vida humana», disse Werner Wenning, presidente do Conselho de Administração da Bayer AG. «Por essa razão, temos procurado investir (…) no desenvolvimento de novas formas de poupança de energia e preservação ambiental».
Transversal a todas as divisões do grupo, o projecto prevê a redução, até 2020, de um terço das emissões de CO2, por parte da Bayer MaterialScience (BMS). Em igual período, a Bayer CropScience (BCS) e a Bayer HealthCare (BHC) pretendem diminuir as emissões, respectivamente, em 15% e 5%.
O investimento vai incluir a construção do Eco Commercial Building, na Índia – um edifício totalmente livre de emissões poluentes e com medidas que representam uma poupança de energia na ordem dos 70%.
Paralelamente, o grupo apostou no desenvolvimento de novas matérias-primas para bio combustíveis (como a jatropha) e a descoberta de um ingrediente activo – imidacloprid - para protecção das culturas.
A Bayer pretende ainda apoiar jovens investigadores e cientistas na criação de projectos do âmbito ambiental, com o prémio Bayer Climate Award.
in Diário digital
«Enquanto empresa industrial, a Bayer é forçada a emitir gases CO2. Estamos conscientes desse facto, bem como dos problemas que afectam o nosso planeta e a vida humana», disse Werner Wenning, presidente do Conselho de Administração da Bayer AG. «Por essa razão, temos procurado investir (…) no desenvolvimento de novas formas de poupança de energia e preservação ambiental».
Transversal a todas as divisões do grupo, o projecto prevê a redução, até 2020, de um terço das emissões de CO2, por parte da Bayer MaterialScience (BMS). Em igual período, a Bayer CropScience (BCS) e a Bayer HealthCare (BHC) pretendem diminuir as emissões, respectivamente, em 15% e 5%.
O investimento vai incluir a construção do Eco Commercial Building, na Índia – um edifício totalmente livre de emissões poluentes e com medidas que representam uma poupança de energia na ordem dos 70%.
Paralelamente, o grupo apostou no desenvolvimento de novas matérias-primas para bio combustíveis (como a jatropha) e a descoberta de um ingrediente activo – imidacloprid - para protecção das culturas.
A Bayer pretende ainda apoiar jovens investigadores e cientistas na criação de projectos do âmbito ambiental, com o prémio Bayer Climate Award.
in Diário digital
15 de janeiro de 2009
Corvos-marinhos do Norte da Europa invadem rios de Coimbra

Centenas de corvos-marinhos, oriundos do Norte da Europa, invadiram nos últimos dias as zonas húmidas do distrito de Coimbra, surgindo em bandos pela manhã junto aos rios Mondego e Ceira.
Um investigador da Universidade de Coimbra (UC), Jaime Albino Ramos, disse hoje à agência Lusa que a «invasão» daquelas aves pode dever-se ao maior rigor do Inverno que se verifica nos países de origem.
«O aumento do frio pode ter contribuído para uma maior presença dessas aves em Portugal», admitiu, indicando que o congelamento das grandes superfícies de água doce do Norte obriga-as a procurar alimento nas regiões mais temperadas do continente europeu, ou mesmo no Norte de África.
Ao longo da estrada da Beira (EN-17) e do rio Ceira, afluente do Mondego, nos concelhos de Coimbra, Miranda do Corvo, Lousã e Góis, podem agora ser vistos estes pássaros pretos com aparência primitiva, sobrevoando as encostas de xisto, entre eucaliptos, pinheiros e mimosas.
Jaime Albino Ramos salientou que o corvo-marinho («Phalacrocorax carbo») integra a ordem dos Pelecaniformes e possui membranas interdigitais que lhe permitem mergulhar em busca de peixes, a base da sua alimentação.
Um investigador da Universidade de Coimbra (UC), Jaime Albino Ramos, disse hoje à agência Lusa que a «invasão» daquelas aves pode dever-se ao maior rigor do Inverno que se verifica nos países de origem.
«O aumento do frio pode ter contribuído para uma maior presença dessas aves em Portugal», admitiu, indicando que o congelamento das grandes superfícies de água doce do Norte obriga-as a procurar alimento nas regiões mais temperadas do continente europeu, ou mesmo no Norte de África.
Ao longo da estrada da Beira (EN-17) e do rio Ceira, afluente do Mondego, nos concelhos de Coimbra, Miranda do Corvo, Lousã e Góis, podem agora ser vistos estes pássaros pretos com aparência primitiva, sobrevoando as encostas de xisto, entre eucaliptos, pinheiros e mimosas.
Jaime Albino Ramos salientou que o corvo-marinho («Phalacrocorax carbo») integra a ordem dos Pelecaniformes e possui membranas interdigitais que lhe permitem mergulhar em busca de peixes, a base da sua alimentação.
Segundo o investigador, trata-se «um bicho um pouco generalista», que nidifica no Norte da Europa e migra para o Sul quando chega o tempo frio.
Uma funcionária de um restaurante da estrada da Beira confirmou o que a agência Lusa verificou na zona, desde a semana passada: o número de corvos marinhos é «muito superior» ao de anos anteriores, quando se encontravam algumas destas aves aquáticas próximo do rio Ceira.
No Inverno, segundo o investigador de Ecologia do Departamento de Zoologia da UC, «é normal encontrar corvos-marinhos» em Portugal «onde há peixe em abundância», designadamente nas grandes barragens do interior e nos estuários dos rios.
«Os não reprodutores - até aos quatro ou cinco anos de idade - ficam geralmente nas zonas temperadas onde passam o Inverno», acrescentou.
Nos últimos anos, têm sido encontrados alguns corvos-marinhos no Parque Verde do Mondego, em Coimbra.
Uma funcionária de um restaurante da estrada da Beira confirmou o que a agência Lusa verificou na zona, desde a semana passada: o número de corvos marinhos é «muito superior» ao de anos anteriores, quando se encontravam algumas destas aves aquáticas próximo do rio Ceira.
No Inverno, segundo o investigador de Ecologia do Departamento de Zoologia da UC, «é normal encontrar corvos-marinhos» em Portugal «onde há peixe em abundância», designadamente nas grandes barragens do interior e nos estuários dos rios.
«Os não reprodutores - até aos quatro ou cinco anos de idade - ficam geralmente nas zonas temperadas onde passam o Inverno», acrescentou.
Nos últimos anos, têm sido encontrados alguns corvos-marinhos no Parque Verde do Mondego, em Coimbra.
«É uma espécie cuja população tem aumentado na Europa, onde é uma espécie protegida», referiu.
O especialista em aves marinhas lembrou que a multiplicação da espécie tem-se traduzido numa redução das reservas piscícolas, incluindo ataques às explorações de aquacultura dos mares do Norte.
Jaime Albino Ramos aludiu a conflitos com comunidades piscatórias da Holanda e outros países da União Europeia (UE).
«Os corvos-marinhos mergulham e perseguem os peixes debaixo de água», sublinhou.
Com uma aparência primitiva de réptil, devido ao longo pescoço, são vistos por alguns povos como aves sinistras e podem ingerir uma quantidade de peixe superior ao peso do seu corpo, mas, diariamente, ingerem pelo menos 400 a 600 gramas de comida.
Em 2008, o Parlamento Europeu defendeu a promoção de um plano de gestão sustentável das populações de corvos-marinhos à escala europeia.
O especialista em aves marinhas lembrou que a multiplicação da espécie tem-se traduzido numa redução das reservas piscícolas, incluindo ataques às explorações de aquacultura dos mares do Norte.
Jaime Albino Ramos aludiu a conflitos com comunidades piscatórias da Holanda e outros países da União Europeia (UE).
«Os corvos-marinhos mergulham e perseguem os peixes debaixo de água», sublinhou.
Com uma aparência primitiva de réptil, devido ao longo pescoço, são vistos por alguns povos como aves sinistras e podem ingerir uma quantidade de peixe superior ao peso do seu corpo, mas, diariamente, ingerem pelo menos 400 a 600 gramas de comida.
Em 2008, o Parlamento Europeu defendeu a promoção de um plano de gestão sustentável das populações de corvos-marinhos à escala europeia.
Estima-se que, anualmente, os corvos-marinhos consumam pelo menos 300 mil toneladas de peixe nas águas da UE.
Diário Digital / Lusa
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