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12 de novembro de 2011
25 de outubro de 2011
24 de outubro de 2011
3 de outubro de 2011
23 de setembro de 2011
21 de julho de 2011
6 de outubro de 2009
Joana Carneiro dirige Orquestra Sinfónica de Berkeley
A maestrina Joana Carneiro já se encontra nos Estados Unidos para assumir a direcção musical da Orquestra Sinfónica de Berkeley, na Califónia, onde diz sentir que «tudo é possível do ponto de vista artístico».
Joana Carneiro, 33 anos, foi convidada no início deste ano para assumir a direcção artística e condução musical daquela orquestra, fundada há 40 anos, substituindo o maestro norte-americano Kent Nagano, que ocupava o cargo desde 1978.
O concerto inaugural, de boas vindas a Joana Carneiro em Berkeley, acontecerá a 15 de Outubro, com a maestrina a dirigir a orquestra na interpretação de obras de Béla Bartók, John Adams e Gabriela Lena Frank.
Diário Digital / Lusa
14 de setembro de 2009
Stonebones & Bad Spaghetti
Dia 19-09-09 (próximo Sábado) no O Chá de Alfama a partir das 21:30h.
Desta vez com novidades e músicas novas
O Chá fica na Rª das Escolas Gerais 7C na linha do eléctrico, perto da voz do Operário e da feira da ladra.

24 de junho de 2008
28 de maio de 2008
26 de maio de 2008
16 de maio de 2008
BANJARA, The gypsies of Rajasthan

The Banjara, a group of traditional music, consisting of eight excellent musicians and dancers, all hail from the Thar desert. Heirs of ... Tout » an ancient culture, today, under the direction of Kamal Kant, himself a musician and a dancer who has been living in France for over a decade, they are the ambassadors of the great Banjara tradition which stands at the cross roads of classical North Indian music and the skilful art of Persia.
The lively rhythms, bordering frenzy, which accompany the whirling dancers in their famous costumes of a thousand, scintillating mirrors, are an invitation to a journey rich in colour and emotion, following in the footsteps of the gypsies of Rajasthan.
9 de maio de 2008
Guitarra Portuguesa


Guitarra Portuguesa - Ricardo Araújo


Todos estos fenómenos acústicos, resultados de las características del medio donde se propagan las ondas sonoras, pueden hacer cambiar las cualidades originales del sonido cuando es emitido en el foco sonoro y distorsionar la percepción de las características originales del mismo.
3.- Cualidades del sonido.
Las cualidades del sonido son tres: tono, frecuencia fundamental o altura, intensidad y timbre o calidad.
El tono es cualidad del sonido que nos permite distinguir un sonido grave de otro agudo y que consiste en la mayor o menor rapidez de las vibraciones de los cuerpos sonoros, por unidad de tiempo, y así, las frecuencias altas producen sonidos agudos y las bajas sonidos graves. No obstante, el oído humano no puede percibir más que los sonidos cuyas frecuencias estén comprendidas entre 20 y 20.000 vibraciones por segundo, es decir, una docena de octavas. En la música se llama tono a la distancia mayor de entonación entre dos notas consecutivas, con la excepción de las distancias de entonación menor de dos notas consecutivas llamadas semitonos y comprendidas en la escala musical entre él MI y el FA y del SI y el DO.
Intensidad es la cualidad del sonido que nos permite distinguir un sonido fuerte de otro débil, dependiendo de la amplitud de las ondas sonoras. A mayor amplitud más intensidad y viceversa. No obstante, el oído no podrá percibir un sonido cuya amplitud sea inferior a cierto valor o nivel mínimo. La intensidad mínima correspondiente se denomina "umbral de audibilidad". Si se hace aumentar enormemente la amplitud de las vibraciones sonoras, la audición va acompañada de sensaciones dolorosas. El límite máximo soportable por el oído humano se llama "umbral de dolor".
Asimismo, hay que distinguir la intensidad en el cuerpo sonoro y la intensidad de la percepción del sonido. La primera depende de la amplitud de las vibraciones del cuerpo que produce el sonido y la segunda depende de nuestra agudeza auditiva, de la intensidad de las vibraciones del foco sonoro y, como es lógico, de la distancia a que nos encontremos de éste.
Del timbre podemos afirmar que es la cualidad del sonido que hace que se distingan los sonidos emitidos por instrumentos diferentes, es decir, que el timbre será la cualidad del sonido que nos permite diferenciar iguales notas emitidas por instrumentos diferentes y que guarda relación por la complejidad de las vibraciones, es decir, con la presencia de armónicos superpuestos al sonido fundamental.
5 de abril de 2008
Guitarra clássica



Associação Ornitológica Vianense
3 de abril de 2008
Festival de Guitarra de Santo Tirso





A chinesa Xuefei Yang e o argentino Ricardo Moyano são alguns dos nomes no cartaz do XV Festival Internacional de Guitarra de Santo Tirso, que decorre de 10 a 31 de Maio, em várias salas do Concelho, anunciou fonte da organização do evento.
O presidente da Câmara de Santo Tirso, Castro Fernandes, que falava durante a apresentação do programa do festival, lamentou a falta de apoio do Estado para este evento, que envolve um investimento de 75 mil euros, provenientes na sua quase totalidade dos cofres da autarquia. «Quinze edições são a prova da longevidade invejável do Festival Internacional de Guitarra de Santo Tirso», afirmou o autarca, para quem o festival deveria merecer maior atenção por parte do Governo.
O certame reúne este ano músicos de várias partes do mundo, estando presentes no programa, além de Portugal, nomes vindos da China, Croácia, Argentina e Brasil, mantendo assim a tradição da multiculturalidade, uma das características do evento, que abre a 10 de Maio, um sábado, com o LA Guitar Quartet (música clássica), dos EUA, no Auditório Padre António Vieira, nas Caldas da Saúde.
O presidente da Câmara de Santo Tirso, Castro Fernandes, que falava durante a apresentação do programa do festival, lamentou a falta de apoio do Estado para este evento, que envolve um investimento de 75 mil euros, provenientes na sua quase totalidade dos cofres da autarquia. «Quinze edições são a prova da longevidade invejável do Festival Internacional de Guitarra de Santo Tirso», afirmou o autarca, para quem o festival deveria merecer maior atenção por parte do Governo.
O certame reúne este ano músicos de várias partes do mundo, estando presentes no programa, além de Portugal, nomes vindos da China, Croácia, Argentina e Brasil, mantendo assim a tradição da multiculturalidade, uma das características do evento, que abre a 10 de Maio, um sábado, com o LA Guitar Quartet (música clássica), dos EUA, no Auditório Padre António Vieira, nas Caldas da Saúde.
O segundo concerto realiza-se no dia seguinte, no mesmo local, com a música e dança barroca do trio Marco Meloni, Christine Bayle & Hubert Hazebroucq (Portugal). A 16 de Maio, o Concentus Duo (Portugal) apresenta-se no Auditório Padre António Vieira II, nas Caldas da Saúde, estando o segundo concerto desse fim-de-semana a cargo da virtuosa guitarrista clássica chinesa Xuefei Yang, no Auditório da Biblioteca Municipal, em Santo Tirso, no dia seguinte.
No sábado seguinte (24 de Maio), chega a Santo Tirso a música das Caraíbas, pelas mãos do guitarrista argentino Ricardo Moyano, no Auditório da Biblioteca Municipal. A 30 de Maio, o Auditório do Centro Cultural de Vila das Aves recebe o Zagreb Guitar Trio, agrupamento consagrado na área da música clássica.
O concerto de encerramento tem lugar a 31 de Maio, no Auditório Engº Eurico de Melo, com o Yamandú Costa Trio, que leva a Santo Tirso as novas expressões da música brasileira. O programa do festival inclui ainda um curso, a 15 e 16 de Maio, pela guitarrista chinesa Xuefei Yang, no Auditório do Museu Municipal Abade Pedrosa, em Santo Tirso, e a exposição «Guitarras e outros Cordofones», que se realiza de 9 de Maio a 29 de Junho, no Museu Municipal Abade Pedrosa.
O Festival Internacional de Guitarra teve início em Santo Tirso, em 1994 e, desde então, tem sido realizado anualmente pela Câmara Municipal de Santo Tirso, com o apoio da ARTAVE - Escola Profissional Artística do Vale do Ave, a quem compete a direcção artítica do evento.
Diário Digital / Lusa
O Festival Internacional de Guitarra teve início em Santo Tirso, em 1994 e, desde então, tem sido realizado anualmente pela Câmara Municipal de Santo Tirso, com o apoio da ARTAVE - Escola Profissional Artística do Vale do Ave, a quem compete a direcção artítica do evento.
Diário Digital / Lusa

Clube Ornitológico de Santo Tirso
10 de março de 2008
Música no hospital ajuda crianças e pais a esquecer a dor


Os instrumentos clínicos dão lugar aos musicais duas vezes por semana no Hospital Garcia de Orta, Almada, onde crianças internadas, pais e profissionais de saúde fazem parte de uma «orquestra» que toca melodias para fazer esquecer a dor.

Desde há dois anos que as manhãs de segunda e quinta-feira se tornaram mais alegres no estabelecimento hospitalar graças ao «Música nos Hospitais», um projecto com músicos profissionais que pretende humanizar os cuidados de saúde nos hospitais e instituições de idosos.
À hora marcada, Ana Paula Góis e Diana Matos chegaram ao hospital. Cuidadosamente, começam a encher um carrinho com vários instrumentos musicais coloridos, alguns deles feitos pelos músicos com cascas de nozes e outros materiais, caixinhas de música e espanta-espíritos que vão ser partilhados com os doentes, familiares e profissionais.

De seguida, vestem uma bata e percorrem todas as camas dos serviços de pediatria e obstetrícia do hospital. A primeira paragem é na Unidade de Cuidados Intensivos pediátrica, onde Gonçalo, oito anos, esperava ansioso pelas músicas.Mal ouve as vozes de Ana Paula e Diana, Gonçalo rasga um sorriso porque já sabe que vai viver um momento mágico proporcionado por uma música melodiosa que, por momentos, o faz esquecer que está no hospital.
Na cama ao lado, Margarida, dois anos, acompanha todos os gestos das instrumentistas e escuta atentamente as canções à espera de poder interagir com as instrumentistas. A pouco e pouco, as crianças, as mães e enfermeiras entraram no ritmo, acompanhando-o com vários instrumentos e objectos que imitam sons de animais, que transformaram a enfermaria num espaço muito alegre e familiar.
Na cama ao lado, Margarida, dois anos, acompanha todos os gestos das instrumentistas e escuta atentamente as canções à espera de poder interagir com as instrumentistas. A pouco e pouco, as crianças, as mães e enfermeiras entraram no ritmo, acompanhando-o com vários instrumentos e objectos que imitam sons de animais, que transformaram a enfermaria num espaço muito alegre e familiar.
Sónia Francisco, mãe da Margarida, emocionou-se ao ver a filha a reagir à música, agitando os «shakers» ao sabor do ritmo. «Fico muito feliz, é sinal que está a melhorar», diz à agência Lusa, Sónia, que desconhecia o projecto, mas desde logo reconheceu a sua importância para quem está internado.
«Já não basta o que elas passam aqui, pelo menos que tenham algum momento de alegria e pensarem que não estão dentro do hospital», sublinha.
Esta opinião é partilhada pela mãe de Martim, um bebé com apenas um dia que nasceu com taquicardia e se encontrava na Unidade de Cuidados Intensivos Neo-Natais a dormir embalado pela música «Edelweiss», emitida por uma caixinha de música. «A música quebra o gelo desta sala», afirma Leonor Santos.
«Já não basta o que elas passam aqui, pelo menos que tenham algum momento de alegria e pensarem que não estão dentro do hospital», sublinha.
Esta opinião é partilhada pela mãe de Martim, um bebé com apenas um dia que nasceu com taquicardia e se encontrava na Unidade de Cuidados Intensivos Neo-Natais a dormir embalado pela música «Edelweiss», emitida por uma caixinha de música. «A música quebra o gelo desta sala», afirma Leonor Santos.
Para Dulce Guerreiro, enfermeira da Unidade de Cuidados Intensivos pediátrica, a música tem um efeito «bastante tranquilizador» para as crianças, mas também para os profissionais de saúde. «Para nós também é uma música diferente, não são os alarmes dos monitores, nem da medicação. É um alívio, um retirar do stress e da situação que se vive na sala», sustenta.
Já Clara Rocha, enfermeira do serviço de Neonatologia, considera que esta iniciativa «faz todo o sentido», porque «alivia a dor» e faz com que as crianças tenham menos medo dos hospitais. «É trazer a cultura para dentro do hospital e proporcionar às crianças e aos pais este contacto com o alimento da alma de que estão privados», afirma Clara Rocha, defendendo, tal como Dulce Guerreiro, que o projecto devia ser diário.
Já Clara Rocha, enfermeira do serviço de Neonatologia, considera que esta iniciativa «faz todo o sentido», porque «alivia a dor» e faz com que as crianças tenham menos medo dos hospitais. «É trazer a cultura para dentro do hospital e proporcionar às crianças e aos pais este contacto com o alimento da alma de que estão privados», afirma Clara Rocha, defendendo, tal como Dulce Guerreiro, que o projecto devia ser diário.
Músicas de profissão e com formação específica para actuar em meio hospitalar, Ana Paula Góis e Diana Matos estão desde 2004 no projecto, que já fez chegar a música ao Instituto Português de Oncologia, à Maternidade Alfredo da Costa, aos hospitais da Estefânia, Santo António, Santarém, Setúbal e brevemente ao Amadora-Sintra.
Diana Matos conta que às vezes, sobretudo no início do projecto, tiveram algumas dificuldades em conquistar as pessoas, mas foi um obstáculo que foi sendo ultrapassado naturalmente.«Há pais que gostam de participar, outros não e nós não insistimos.
Com os profissionais é a mesma coisa, nós respeitamos o trabalho deles e não interferimos», assegura. «Por vezes, até são alguns profissionais que nos chamam e dizem: vou ali tirar sangue a uma menina se vocês pudessem vir», conta Diana Matos.
Diana Matos conta que às vezes, sobretudo no início do projecto, tiveram algumas dificuldades em conquistar as pessoas, mas foi um obstáculo que foi sendo ultrapassado naturalmente.«Há pais que gostam de participar, outros não e nós não insistimos.
Com os profissionais é a mesma coisa, nós respeitamos o trabalho deles e não interferimos», assegura. «Por vezes, até são alguns profissionais que nos chamam e dizem: vou ali tirar sangue a uma menina se vocês pudessem vir», conta Diana Matos.
Sobre as reacções das crianças, Ana Paula Góis diz que são muito boas e são expressas com «sorrisos». «O sorriso é a porta que temos mais facilitadora, o perceber que conseguimos uma ponte de comunicação e que por mais doente que esteja é possível ainda sorrir», sublinha.
Ana Paula Góis explica que os músicos preparam um reportório bastante vasto, que vão adaptando ao ambiente que encontram nos serviços e à disposição das pessoas. Apesar de o projecto se chamar «Música nos Hospitais», este também se desenvolve em instituições de idosos e de crianças em risco. «É outro tipo de situações e instituições em que o músico também faz a sua intervenção e tem um papel muito importante», afirma Ana Paula Góis.
Ana Paula Góis explica que os músicos preparam um reportório bastante vasto, que vão adaptando ao ambiente que encontram nos serviços e à disposição das pessoas. Apesar de o projecto se chamar «Música nos Hospitais», este também se desenvolve em instituições de idosos e de crianças em risco. «É outro tipo de situações e instituições em que o músico também faz a sua intervenção e tem um papel muito importante», afirma Ana Paula Góis.
O Director do Serviço de Pediatria do Hospital Garcia de Orta, Anselmo Costa - que substitui a actual ministra da Saúde, Ana Jorge, que trouxe o projecto para Portugal -, revela que o «Música no Hospitais» é um entre vários projectos que estão a ser desenvolvidos no hospital para o tornar o mais agradável. «É nossa convicção que as crianças deviam ser, sempre que possível, tratadas em casa. Como isso muitas vezes não é possível, aquilo que tentamos é que o hospital não seja um sítio assustador, frio», sublinha à Lusa.
No final de cada «concerto», não há palmas, mas há a convicção que, por momentos, a música fez aliviar a dor.«Aqui a música tem outro sentido», diz Ana Paula Góis.
7 de março de 2008
Hoje - Portugal Rebelde - Hoje é o dia...


Depois de uma temporada completamente esgotada no São Luiz, "Os Portugueses" voltam à estrada.
Rodrigo Leão e o seu Cinema Ensemble actuam em Sintra, no CC Olga Cadaval, já nesta sexta-feira e estreiam este espectáculo no Porto no dia 7 de Abril.
Bilhetes à venda nos locais dos espectáculos, Ticketline, FNAC, Worten.
Bilhetes à venda nos locais dos espectáculos, Ticketline, FNAC, Worten.
Sintra: Centro Cultural Olga Cadaval
7 de Março, 22.00h
Bilhetes: entre 15 e 30 euros
Porto: Casa da Música, Sala Suggia
Bilhetes: entre 15 e 30 euros
Porto: Casa da Música, Sala Suggia
7 de Abril, 21.00h
Bilhetes: 30 Euros
Bilhetes: 30 Euros
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