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25 de fevereiro de 2018
28 de julho de 2016
El Arte de Vivir el Flamenco de José María Ruiz Fuentes
Titulado ESCUELA DEL CANTE FLAMENCO.
Todos ellos del siglo XIX, que dejaron en sus discos grabada su propia escuela, para que le sigan a lo largo de la historia otros grandes maestros, y así continué esta perfecta escuela del cante flamenco.
He tenido la suerte de conservar estos discos históricos de las primeras grabaciones, de estos grandes maestros, para poderlos dar a conocer y enseñar su escuela como su biografía.
Dándolos a conocer de forma que lo entiendan y no se queden en el olvido, cuando se escuche este programa completo, tengo la absoluta certeza de saber que he podido enseñar como era el flamenco en su mejor época, como también conocerán quienes fueron sus creadores de estos grandes estilos del cante Flamenco. Programa muy Cultural para toda clase de oyentes.
13 de fevereiro de 2016
7 de novembro de 2015
Idanha-a-Nova - Fora do Lugar, Festival Internacional de Músicas Antigas
Potenciado pelas oportunidades infindáveis que o território de Idanha-a-Nova oferece, o nosso “pequeno festival andarilho” continua a surpreender os seus públicos com a programação que propõe, cruzando, de uma forma particularmente feliz, intérpretes, repertórios e lugares.
Se, com efeito, podemos afirmar que as terras de Idanha e a música estão intrinsecamente ligadas este é um desses momentos em que tal ligação se torna particularmente visível. É do conhecimento comum que a herança musical de Idanha constitui uma das suas maiores riquezas.
Mas é algo mais do que uma ligação que perpetua um passado e os modelos herdados. É um processo de dinamismo crescente que, ao mesmo tempo que guarda essas matrizes que fazem as delícias de muitos, abre-se, cada vez mais para a partilha de novas formas da experiência musical, buscando outros caminhos, feitos de cruzamento e inovação, capazes de demonstrar quão fértil é o potencial criativo desta região – um dos principais motivos de interesse, reconhecido no seio do conjunto de especialistas e membros da Rede das Cidades Criativas da UNESCO, na área da música, que estiveram reunidos em Idanha-a-Nova em Fevereiro último, a quem nos demos a conhecer.
As impressões recolhidas, extremamente positivas, foram um apoio inestimável na conclusão do processo de candidatura a esta rede, submetida no passado mês de Julho.
Entre os motivos de interesse mais destacados, encontramos o Fora do Lugar, considerado um exemplo cabal de capacidade de projecção e criatividade notáveis, que rompe convenções, ao assumir a pequena escala, o diálogo musical e a aproximação aos espaços e aos públicos rurais, como marcas distintivas de um projecto – reunindo os mais jovens, os menos jovens, os que ouvem, os que dançam, os que conversam, os que já conhecem o campo, os que ainda não, os que querem ser surpreendidos, enfim, todos os que se revejam num conceito de música onde o tempo e o(s) espaço(s) são deveras relativos.
Esta visão é, também, a nossa visão, e daí a facilidade com que a parceria se estabeleceu e se mantém ao longo destes quatro anos que assinalamos na edição de 2015. Uma edição que expressa, sem peias, quão importante a música é para todos nós, que nos importamos com este lado do nosso país.
Entre os motivos de interesse mais destacados, encontramos o Fora do Lugar, considerado um exemplo cabal de capacidade de projecção e criatividade notáveis, que rompe convenções, ao assumir a pequena escala, o diálogo musical e a aproximação aos espaços e aos públicos rurais, como marcas distintivas de um projecto – reunindo os mais jovens, os menos jovens, os que ouvem, os que dançam, os que conversam, os que já conhecem o campo, os que ainda não, os que querem ser surpreendidos, enfim, todos os que se revejam num conceito de música onde o tempo e o(s) espaço(s) são deveras relativos.
Esta visão é, também, a nossa visão, e daí a facilidade com que a parceria se estabeleceu e se mantém ao longo destes quatro anos que assinalamos na edição de 2015. Uma edição que expressa, sem peias, quão importante a música é para todos nós, que nos importamos com este lado do nosso país.
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31 de dezembro de 2013
19 de novembro de 2013
26 de outubro de 2013
Georg Böhm
Böhm was born in 1661 in Hohenkirchen, Thuringia. He received his first music lessons from his father, a schoolmaster and organist who died in 1675. He may also have received lessons from Johann Heinrich Hildebrand, Kantor at Ohrdruf, who was a pupil of Heinrich Bach and Johann Christian Bach. After his father's death, Böhm studied at the Lateinschule at Goldbach, and later at the Gymnasium at Gotha, graduating in 1684. Both cities had Kantors taught by the same members of the Bach family who may have influenced Böhm. On 28 August 1684 Böhm entered the University of Jena.
Little is known about Böhm's university years or his life after graduation. He resurfaces again only in 1693, in Hamburg. We know nothing of how Böhm lived there, but presumably he was influenced by the musical life of the city and the surrounding area. French and Italian operas were regularly performed in Hamburg, while in the area of sacred music, Johann Adam Reincken of St. Katharine's Church (Katharinenkirche) was one of the leading organists and keyboard composers of his time. Böhm may have also heard Vincent Lübeck in the nearby Stade, or possibly even Dieterich Buxtehude in Lübeck, which was also close.
In 1698 Böhm succeeded Christian Flor as organist of the principal church of Lüneburg, the Church of St. John (Johanniskirche). Soon after Flor died in 1697, Böhm applied for an audition for the post, mentioning that he had no regular employment at the time. He was promptly accepted by the town council, settled in Lüneburg and held the position until his death. He married and had five sons.
From 1700 to 1702 he must have met and possibly tutored the young Johann Sebastian Bach, who arrived in Lüneburg in 1700 and studied at the Michaelisschule, a school associated with the Church of St. Michael (Michaeliskirche).
Practically no direct evidence exists to prove that Bach studied under Böhm, and indeed studying with the organist of the Johanniskirche would have been difficult for a pupil of the Michaelisschule, since the two choirs were not on good terms. Yet this apprenticeship is extremely likely.
Carl Philip Emmanuel Bach, writing to Johann Nikolaus Forkel in 1775, claimed his father loved and studied Böhm's music, and a correction in his note shows that his first thought was to say that Böhm was Johann Sebastian's teacher.
On 31 August 2006 the discovery of the earliest known Bach autographs was announced, one of them (a copy of Reincken's famous chorale fantasia An Wasserflüssen Babylon) signed "Il Fine â Dom. Georg: Böhme descriptum ao. 1700 Lunaburgi". The "Dom." bit may suggest either "domus" (house) or "Dominus" (master), but in any case it proves that Bach knew Böhm personally.
This connection must have become a close friendship that lasted for many years, for in 1727 Bach named none other than Böhm as his northern agent for the sale of keyboard partitas nos. 2 and 3
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