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16 de maio de 2012

O vinho português mais conhecido em todo o mundo volta a "desfilar" este ano na passadeira vermelha do festival de cinema.



Pelo terceiro ano consecutivo, o Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto leva na “mala” diferentes variedades de vinho do Porto para partilhar com os actores, realizadores, produtores e jornalistas que se encontram junto à praia Magestic Barriere até 22 de Maio.
A 65.ª edição do Festival de Cinema de Cannes é presidido pelo actor e realizador Nanni Moretti. No momento da consagração, o italiano e o vencedor da Palma de Ouro irão brindar ao sucesso com um vinho do Porto.
Acontecerá em solo francês, naquele que é o principal mercado para o vinho do Porto – representa perto de 30% das exportações –, onde inclusive o ex-libris da mais antiga região demarcada do mundo se vende mais do que em Portugal.

 

5 de dezembro de 2011

Cante alentejano é o próximo candidato a Património da Humanidade







O presidente da República, Cavaco Silva, lidera a comissão de honra da candidatura do Cante Alentejano a Património Cultural Imaterial da Humanidade, que irá ser entregue na sede da UNESCO já no próximo ano, a 30 de Março.
O SOL sabe que da comissão de honra fazem também parte o Primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, o bispo do Porto e presidente da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais, D. Manuel Clemente, o presidente da Fundação Calouste Gulbenkian, Rui Vilar, e o comendador Rui Nabeiro. A presidir à comissão científica está Rui Vieira Nery – musicólogo responsável pela comissão científica da candidatura do fado a Património da Humanidade.

A ideia da candidatura partiu de um desafio lançado ao presidente da autarquia de Serpa pelo embaixador Fernando Andresen Guimarães, que já foi presidente da Comissão Nacional da UNESCO. A sugestão veio na sequência da preparação da candidatura da cidade de Serpa à Rede de Cidades Criativas da UNESCO, no tema Música.
O repto não caiu no esquecimento e agora a comissãoexecutiva está empenhada em tornar o cante alentejano património da Humanidade. «Não entrei neste projecto para perder», afiança Carlos Medeiros, presidente da 

Comissão Executiva e ex-professor catedrático da Universidade Católica Portuguesa, actualmente a leccionar em Washington .
Em declarações ao SOL, Carlos Medeiros lembra que «o cante nasceu de um universo muito popular e que, em várias épocas, foi politicamente usado». Este professor explica que «um alentejano em vez de falar, cantava; era um modo de convívio». E que, por isso, «o cante existe onde há alentejanos, seja nos grupos corais espalhados pelo país, seja nas colectividades de emigrantes em cidades com Toronto, Paris ou Montreal».

A candidatura a Património Imaterial da Humanidade inclui ainda vários projectos complementares, como um filme documental sobre o Cante Alentejano, da autoria do realizador Sérgio Treffaut. Para além disso, será feita a recolha e estudo do cancioneiro e discografia desta expressão musical, a inventariação e caracterização dos grupos corais e uma compilação ilustrada de histórias de vida de cantadores e de grupos corais.


Jan Kubelik plays "Zephyr" by Hubay