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18 de fevereiro de 2016

no sense










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29 de março de 2013

Cante Alentejano



Grupo Coral Os Ganhões de Castro Verde presentes no 33º. Aniversário do Orfeão de Portalegre.

Candidatura do cante alentejano entregue e aceite na UNESCO em Paris




A candidatura do cante alentejano a Património Cultural Imaterial da Humanidade deu formalmente entrada, na quarta-feira, no comité internacional da UNESCO, revelou hoje à agência Lusa o responsável do processo, Paulo Lima.
“Depois de fazermos toda a instrução do processo em Portugal, de ter sido entregue no Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) e de ter seguido para Paris, [a candidatura] entrou na secretaria da UNESCO e foi aceite”, disse.
Segundo o responsável pela candidatura, que é igualmente director da Casa do Cante, em Serpa, trata-se de “um momento de grande alegria”, com esta formalização a representar, “não a fase final, mas o passo zero” do processo. “Está formalizado o pedido português da potencial inscrição do cante alentejano na lista representativa do Património Cultural Imaterial da Humanidade” pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), congratulou-se.
Agora, acrescentou, “seguem-se vários passos”, até à decisão final da UNESCO, em Dezembro de 2014, sobre a classificação ou não deste bem cultural imaterial.
“Só é possível entrar uma candidatura por país” e “vai haver agora uma análise sobre cada uma. São processos demorados, porque são centenas de candidaturas, e a UNESCO vai colocar-nos, nos próximos meses, um conjunto de questões que têm a ver com a continuidade ou não do processo”, afirmou.
Paulo Lima explicou também que, além destes “vários meses de análise” da candidatura, há outros “aspectos processuais que são muito intensos e exigentes”.
“Temos um processo que tem de ser de diálogo com todos os parceiros, com todos aqueles que têm que ver com este bem imaterial que é o cante”, referiu.
Do lado português, sublinhou, é necessário intensificar o diálogo em torno do cante alentejano, que conduza “a uma consciencialização do que é este processo”.
“Porque muitas pessoas, cantadores, grupos corais, câmaras têm que ser sensibilizados para a importância do que é este momento” e para o que é agora exigido em termos de “cuidado” e de “pensar o presente e o futuro deste bem cultural imaterial”.
Tudo porque, frisou Paulo Lima, como qualquer bem que se candidata, o cante requer, agora, “um carinho muito mais especial”, sendo necessário “um trabalho colectivo de toda a região e de todo o país” para que possa vir a ser classificado.
O responsável pela candidatura disse ainda acreditar na classificação por parte da UNESCO, até porque, neste momento, já se trata de “um património do homem e do mundo”.
“No fundo, este é apenas um reconhecimento e um ‘selo’ institucional”, mas o cante “é uma expressão tão rica, forte, intensa e tão vivida que tem todas as condições, intrínsecas e extrínsecas”, para “ter o ‘selo’ da UNESCO”, afiançou.
A candidatura do cante alentejano esteve para ser entregue à UNESCO em Março do ano passado, mas o MNE decidiu adiar a sua apresentação para este ano, por considerar que o processo não reunia condições para ser aceite.
in Público 


18 de outubro de 2012

no comments

 
Though the mainstream media has long since abandoned the issue, the precarious situation at the Fukushima Daiichi nuclear power facility in Japan is only continuing to worsen, according to a prominent Japanese official. 
During a recent interview, Mitsuhei Murata, the former Japanese Ambassador to both Switzerland and Senegal, explained that the ground beneath the plant's Unit 4 is gradually sinking, and that the entire structure is very likely on the verge of complete collapse.
This is highly concerning, as Unit 4 currently holds more than 1,500 spent nuclear fuel rods, and a collective 37 million curies of deadly radiation that, if released, could make much of the world completely uninhabitable. As some Natural News readers will recall, Unit 4 contains the infamous elevated cooling pool that was severely damaged following the catastrophic earthquake and tsunami that struck on March 11, 2011.
According to the Secretary of former Japanese Prime Minister Naoto Kan, the ground beneath Unit 4 has already sunk by about 31.5 inches since the disaster, and this sinking has taken place unevenly. 
If the ground continues to sink, which it is expected to, or if another earthquake of even as low as a magnitude six occurs in the region, the entire structure could collapse, which would fully drain the cooling pool and cause a catastrophic meltdown.
"If Unit 4 collapses, the worse case scenario will be a meltdown, and a resultant fire in the atmosphere. That will be the most unprecedented crisis that man has ever experienced. 
Nobody will be able to approach the plants ... as all will have melted down and caused a big fire," said Murata during the interview. "Many scientists say if Unit 4 collapses, not only will Japan lie in ruin, but the entire world will also face serious damages."

Because there are 31 nuclear units of a similar type to Unit 4 in the U.S., the American government has been downplaying the disaster to protect its own reputation, alleges Murata. This is, in fact, the primary reason why so little has been reported on the severity of Fukushima following the disaster. The American empire, in other words, does not want the world, nor the American people, to know that there is the possibility of literally dozens of Fukushima situations occurring on American soil, should the right disaster situations arise.
watch 
http://youtu.be/-LCTv65aqgA
Tuesday, October 16, 2012 by: Ethan A. Huff, staff writer in http://www.naturalnews.com/037556_Fukushima_power_plant_collapse.html

Jan Kubelik plays "Zephyr" by Hubay