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13 de setembro de 2012

The Song of the Woodpecker

  




















The Song of the Woodpecker

Caught this bird in the neighborhood
Pecking away on a piece of wood
He pecked and he pecked on my front door
Pecked 'til he made his pecker sore.

Sore pecker, pecker sore, sore pecker,
Bad luck bird
Now the woodpecker is this little bird's name
When he start's a-peckin' it is a shame
In my neighborhood he's boss
Because his pecker don't get soft.

Soft pecker, pecker soft, soft pecker,
He's a lovely little bird.
He's the nuttiest bird you ever did see
He'll take a chance on any old tree
The other day he was pecking in an oak
Made a few strokes and his pecker broke.

Broke pecker, pecker broken, broke pecker,
Bad luck bird.
This bird got in an argument the other day
He got mad and few away
He lit on top of a telephone line
Hollered "Your pecker ain't as long as mine!"

Long pecker, pecker long, pecker long,
He's a lovely little bird.
Now if I ask you on bended knees
Will you tell me something please
Peck all day in my back yard
What do you use to keep your pecker hard?

Hard pecker, pecker hard, hard pecker,
He's a lovely little bird
Now listen little birdie you ain't so smart
you're just a little old lark
Something I'm telling you to remember
When you get old your pecker's going to get limber.

Limber pecker, pecker limber, limber pecker The woodpecker song!

11 de dezembro de 2007

Álbum «Vozes de nós», que recupera temas do cancioneiro tradicional português


Grupo coral Cramol edita este mês o álbum «Vozes de nós»
O grupo coral feminino Cramol edita este mês o álbum «Vozes de nós», que recupera temas do cancioneiro tradicional português cuja origem se perde no tempo e em que a mulher é a figura central.
Este é o segundo álbum das Cramol, que surgiram em 1979, e apresenta 46 canções oriundas de várias regiões do país, a maioria do norte de Portugal, e muitas delas são agora registadas pela primeira vez em CD.
São canções tradicionais e populares que eram cantadas na lavoura e em casa, são canções de embalar, religiosas ou que acompanhavam o quotidiano das mulheres do campo e que as Cramol tentaram interpretar o mais próximo do original.
«A ideia das Cramol foi sempre essa, de remeter para o original, de procurar uma sonoridade que se aproxime daquilo que nós somos», disse à agência Lusa Margarida Antunes, uma das cantoras do grupo.
«O país é pequeno, mas extremamente diversificado na paisagem e a música acompanha essas diferenças», disse a cantora.
É por isso que algumas das canções, como as de campo, obrigaram a um esforço físico maior por parte das intérpretes, a maioria a viver na cidade.
«Foi preciso deitarmos abaixo algumas barreiras, porque as mulheres que trabalhavam no campo tinham que projectar mais a voz e por isso às vezes parece que a nossa voz está mais, digamos, esganiçada», explicou Margarida Antunes.
Quando se procura este tipo de registo vocal, «há quase que uma transformação interior» e descobre-se sempre uma memória daquilo que é a tradição portuguesa, sublinhou a cantora.
«Quando conseguimos chegar àquele ponto que achamos que é próximo do original, é um arrepio total», comenta Margarida Antunes.
As 16 mulheres que integram hoje as Cramol cantam sobretudo temas polifónicos de regiões como a Beira Alta, Minho e Trás-os-Montes, mas também repertório do cancioneiro regional de Lafões e de Arouca.
Muitos dos temas aqui recuperados em «Vozes de nós» partem de recolhas feitas por Michel Giacometti e Fernando Lopes-Graça.
O primeiro disco apresenta 33 temas, ao qual as Cramol juntaram um disco bónus apenas com temas religiosos e de embalar, por estarmos próximos do Natal, abrangendo o ciclo da vida e o da religião.
«O que é interessante neste álbum é o repertório que é riquíssimo e revela que a mulher teve sempre um papel preponderante em tudo, esteve sempre presente em tudo, no trabalho do campo, no trabalho em casa, com os filhos», recorda Margarida Antunes.
Em quase trinta anos de vida, este é apenas o segundo registo das Cramol, porque «gravar nunca foi uma prioridade», no entanto muitos dos temas que o integram tem sido cantados ao vivo pelo grupo há mais de vinte anos.
As Cramol, que já chegaram a ter 22 elementos - ou «cramolesas», como diz Margarida Antunes - surgiram em Oeiras, no âmbito da associação cultural Biblioteca Operária Oeirense, fundada em 1933.
São um grupo amador cuja média de idade ronda os 50 anos e integra professoras, médicas ou bancárias que cantam à capella.
Gravaram um primeiro álbum, homónimo, em 1996, seguindo-se este «Vozes de nós», 11 anos depois, com edição própria e distribuição da Ocarina.
Segundo Margarida Antunes, não será preciso esperar outros 11 anos para editar o novo álbum, até porque o próximo registo já está praticamente estruturado e deverá sair dentro de dois anos.
«Vozes de nós», que conta com produção e direcção musical de Eduardo Paes Mamede, foi gravado este ano no Lagar de Azeite, em Oeiras, o mesmo local onde será oficialmente apresentado, na quarta-feira.
Diário Digital / Lusa
11-12-2007 10:25:00

26 de novembro de 2006

A song like a canary













From Gaspar Sanz' "MUSICAL INSTRUCTION ON THE SPANISH GUITAR" published in 1674 :
The Italians, French, and people of other nations classify the guitar as Spanish. The reason is that in ancient times it used to have no more than four strings, and then in Madrid, Maestro Espinel, a Spaniard, added a fifth to it, and thereby its perfection was attained. The French, Italians, and people of other nations, in imitation of us, also added the fifth course to their guitar, and therefore they call it the "Spanish guitar".
Others have discussed the perfection of this instrument, some saying that the guitar is a perfect instrument, and others that it is not. I take the middle way, and declare that it is neither perfect, nor imperfect, but what you make it, since the fault or imperfection is in him who plays it and not in the instrument itself; for on one single string without frets I have seen many feats performed for which others would require the registers of an organ. Therefore, each player must make the guitar either good or bad, since it is like a lady, but to whom the saying "look at me but do not touch me" does not apply, and its rose is quite different from a real rose, since it will not wither however much it is touched with the hands, and moreover, if it is plucked by the hands of a skilled master, it will produce in them an ever-new bouquet which delight the ear with their sonorous fragrances.

Jan Kubelik plays "Zephyr" by Hubay