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3 de junho de 2013

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HISANOHAMA, June 3 — Dozens of crabs, three small sharks and scores of fish thump on the slippery deck of the fishing boat True Prosperity as captain Shohei Yaoita lands his latest haul, another catch headed not for the dinner table but for radioactive testing.

Japan’s government banned commercial fishing in this area, some 200km (125 miles) northeast of Tokyo, after a devastating 2011 tsunami and the reactor meltdowns and explosions that followed at the nearby Fukushima Dai-ichi nuclear plant. 
The plant’s operator, Tokyo Electric Power Co, or Tepco, has battled since then to keep radioactive water used to cool the crippled reactor from leaking into the ground and the sea.
The walls of a once-bustling fish market that sold Yaoita’s catch of flounder, rockfish, greenling and other sealife in the port of Hisanohama, about 20km (12 miles) south of the ruined plant, remain in ruins. 
The fishermen of Hisanohama, forced out of work by the disaster, have had no choice but to take the only job available — checking contamination levels in fish just offshore from the destroyed nuclear reactor buildings.
"We used to be so proud of our fish. They were famous across Japan and we made a decent living out of them," said 80-year-old Yaoita, who survived the tsunami by taking on the waves and sailing the six-person True Prosperity out to sea. 
"Now the only thing for us is sampling."
Shoulders stooped from years of hard work, Yaoita is happy to be back pulling fish out of a 300-metre (330 yards) net. Like many younger fishermen, he’s unsure how long he can stay at it.
The fishermen and Tepco are in dispute over the utility’s plans to dump 100 tonnes of groundwater a day from the devastated plant into the sea. The complicated clean-up plan for Fukushima could take 30 years or more. 
Tepco’s challenge is what to do with the contaminated water that has been pooling at the plant at a rate of 400 tonnes a day — enough to fill an Olympic-size swimming pool in a week.
So far it has been racing to build tanks to store the contaminated water on the grounds of the plant, in which all the water is kept at the moment.

It has also asked fishermen to support a plan to build a "by-pass" that would dump groundwater into the sea before it becomes contaminated by flowing under the reactor’s wreckage.
"We are staunchly against it," said Tatsuo Niitsuma, 71, who fishes with Yaoita.

MORE CONTAMINATION, LESS HOPE

Representatives from fishing cooperatives met Tepco officials on Thursday to discuss the proposal, with Trade Minister Toshimitsu Motegi to instruct Tepco on what to do, although no final plans were announced.
In addition to the "by-pass" Motegi, who also holds the energy portfolio, told Tepco to create "protective walls" in the ground by freezing the soil around the reactors to create an underground barrier to stop groundwater from flowing in and mixing with contaminated water inside the reactor building. 
The fishermen, however, worry the "by-pass" plan risks more contamination and delays, possibly ending any hope for the only job they know.
Tepco officials have said it may take as long as four years to fix the problem, but have said they do not need outside help.
 The uncertainty and stress have become problems. Many former fishermen live in temporary homes next to people they barely know after losing not only their jobs, but also family members.
 Waves as high as 40 metres wrought havoc across several hundred kilometres of Japan’s northeastern coast, damaging ports handling 7 per cent of the country’s industrial output, some 28,500 ships and 319 small fishing communities like Hisanohama.
 The total cost of damage to the fishing industry is estimated at around 1.26 trillion yen (RM37.47 billion).
 About 40 Hisanohama fishermen survived the disaster. They could make a few thousand dollars a month each with good catches, but instead get by on handouts for tsunami survivors.
 "For many middle-aged men, their work meant everything, so now they find it hard to mingle with others, cut themselves off and start drinking," said Hideo Hasegawa, who runs a support centre in a 3,000-strong temporary housing settlement.
The fishermen’s opposition to Tepco’s plans underlines deep distrust across radiation-contaminated areas towards Tepco and the government after their uncertain response to the disaster, and a lack of clear information about radiation risks since.
 "They say it’s safe, but they had always told us that the nuclear power is safe too - and just look what a mess we’ve gotten ourselves into because of that," Yaoita said.
Many fish caught in the area test below Japan’s limits on radiation, a figure of 100 Bequerels per kilogram of Caesium-137 and Caesium-134, according to the Japanese government. However, crews say fish that live near the sea-floor, such as cod, halibut or sole, often test for excessive levels of radiation.
A large crab caught by Yaoita before the disaster could fetch as much as US$30 on the Hisanohama market. A kilogram of flatfish could sell for about the same. Once he could catch dozens of both and many other fish on a single morning outing.
"The nuclear disaster destroyed our livelihoods and now we are like beggars," said Yaoita.
"Previously I never went to see the doctor. Now it feels like I down more drugs and medicine than actual food." — Reuters


Fear and stress outweigh Fukushima radiation risk

13 de maio de 2009

Abastecimento de água em Pernes normalizado ainda hoje



A administração da Águas de Santarém informou hoje que o abastecimento de água à povoação de Pernes estará normalizado a partir do início da tarde, garantindo a qualidade da água que está a ser distribuída à população.
O abastecimento público de água a Pernes foi cortado segunda-feira, depois de, domingo, terem sido detectados cheiros anormais, situação que, segundo a empresa municipal, se deveu a uma infiltração na caixa do furo a partir de um dreno ao sistema pluvial.
Esse dreno terá sido ligado ao sistema pluvial em 2003 «aquando da pavimentação da estrada de Pernes pela Estradas de Portugal», afirma a empresa através de um comunicado.
A Águas de Santarém adianta que a reposição do abastecimento tem sido «um pouco mais morosa que o inicialmente previsto» porque todo o sistema foi esvaziado e desinfectado.
Até à completa normalização, prevista para o início da tarde de hoje, a empresa tem abastecido as populações com o apoio dos Bombeiros.
«A empresa tomou todas as medidas correctivas necessárias para garantir a qualidade da água que está a ser distribuída às populações», acrescenta.
Diário Digital / Lusa

14 de outubro de 2008

Cabo Verde


Alergias: Qualidade do ar dentro de casa é pior em Setúbal


A qualidade do ar no interior das habitações é pior nos distritos de Setúbal e Aveiro, de acordo com um estudo, divulgado esta terça-feira pela Sociedade Portuguesa de Alergologia, que analisou mais de 600 casas.
Ao longo dos seis meses da investigação, que mediu os níveis de dióxido e monóxido de carbono, além dos níveis de compostos orgânicos voláteis, concluiu-se que, em mais de metade das habitações, há problemas que podem ter influência no sistema respiratório.
«Cerca de 60% dos locais analisados tinham, pelo menos, um dos parâmetros acima dos limites normais»,
explicou Carlos Nunes, da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica, à TSF, adiantando que um dos exemplos destes casos verifica-se nos níveis de humidade, o que provoca um aumento no registo das doenças respiratórias dos habitantes.
A pesquisa concentrou-se apenas na análise de casas particulares, localizadas em zonas urbanas e rurais.

10 de agosto de 2008

Boom Festival 2008- Idanha-a-Nova



O Boom é um festival bienal de cultura independente e expressão artística. Realiza-se desde 1997 em Portugal durante a Lua cheia de Agosto.

A sua extensa programação inclui artes performativas, música, multimédia, pintura, bioconstrução, teatro, cinema, conferências, workshops, instalações, etc. - é todo um conjunto de actividades que fazem deste um evento multidisciplinar singular.
A par da riqueza da oferta artística, o Boom distingue-se por ser um dos festivais mais interculturais do mundo. Às suas edições acorrem pessoas de todo o planeta – em 2006 estiveram presentes 20.000 pessoas de 80 nacionalidades diferentes – que convivem e trocam experiências num ambiente extremamente intercultural.
Paralelamente, o Boom desenvolve projectos na área da sustentabilidade, ao nível da energia, do tratamento de resíduos e da água. Assumindo a importância do entretenimento para dar novas soluções aos problemas das sociedades actuais - nomeadamente ao nível do ambiente - o Boom desenvolveu uma parceira com o Ecocentro IPEC, do Brasil (instituto que tem convénios com a ONU ou o Banco do Brasil). O resultado é a utilização de tecnologias para saneamento e energia pioneiros a nível mundial.
O Boom é um festival único no mundo. A par da consciência ecológica, é um espaço de criação artística e de vivência intercultural norteadas por uma ética independente. No Boom festeja-se uma forma de entretenimento para as pessoas e não para corporações, celebra-se a liberdade e a natureza, festeja-se a arte.

16 de junho de 2008

Há uma nova ave marinha


Descoberta. Foi identificada nova espécie de ave marinha endémica de Portugal - estudos genéticos confirmam que a freira-do-bugio, que habita o ilhéu mais a sul das Desertas, é diferente das suas 'primas' que nidificam na Madeira e em Cabo Verde. Em comum só o facto de estarem em risco de extinção

População desta espécie é inferior a 200 casais reprodutores

Durante anos, a freira-do-bugio, que habita uma zona restrita do ilhéu mais a sul do arquipélago das Desertas (Madeira), e a freira-de-cabo-verde foram consideradas a mesma espécie, até porque morfologicamente são perfeitamente idênticas.

A bióloga Susana Fontinha, do Parque Natural da Madeira, iniciou o estudo destas aves pelágicas (vivem grande parte do seu tempo em oceano aberto) há duas décadas e logo surgiram as primeiras dúvidas. Razão por que o Parque Natural solicitou à Universidade da Madeira o estudo genético das aves. O resultado, tornado público no final de Maio, veio demonstrar que, afinal, há uma nova espécie de ave marinha em Portugal - a Pterodroma feae.

"Devido ao isolamento reprodutor e até por mecanismos comportamentais, as duas espécies de freiras não se cruzam", explicou ao DN, José Jesus, professor e membro do Laboratório de Genética da Universidade da Madeira, investigador que estudou a sequência dos genes, provando diferenças moleculares evidentes entre as espécies do Bugio e de Cabo Verde.

O trabalho é o culminar do programa 'SOS Freira do Bugio', coordenado pela bióloga Dília Menezes, que visa a protecção desta ave. O projecto, com um orçamento de um milhão de euros, contou com o apoio financeiro do Projecto Life e da parceria com a Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA) e decorreu em várias etapas, passando pela irradicação do murganho (rato endémico da Madeira) e do coelho, o estudo do habitat da freira-da-madeira e, posteriormente, da freira-do-bugio.

No ano passado, uma equipa deslocou-se a Cabo Verde, para recolha de amostras de sangue. A conclusão é de que a freira-do-bugio, tal como a da Madeira (Pterodroma madeira) e a de Cabo Verde (Pterodroma mollis) são geneticamente diferentes. Em comum apenas a extrema vulnerabilidade, exigindo uma gestão e conservação constantes.

A freira-do-bugio, por exemplo, encontra-se referenciada em anexos da Directiva Aves e da Convenção de Berna. A sua área de nidificação está classificada como Zona de Protecção Especial e Sítio de Interesse Comunitário da Rede Natura 2000 e incluída na Reserva Natural das Ilhas Desertas, tendo uma população inferior a 200 casais.

A colónia que nidifica na ilha da Madeira, na parte oriental do Maciço Montanhoso Central (serras do Areeiro), acima dos 1600 metros, tem uma população extremamente reduzida, não mais de 80 casais, sendo considerada uma das aves marinhas mais raras do mundo, tendo sido considerada extinta até finais da década de 60.

A freira-do-bugio está naturalmente mais protegida pela difícil acessibilidade do ilhéu, cortado em escarpa. Contudo, partilham a mesma dificuldade reprodutiva. As Pterodromas precisam de cinco anos para chegar à fase adulta e só colocam um único ovo por ano, num buraco escavado no solo, alvo fácil de predadores, como o murganho.

5 de abril de 2008

“Silence of the Songbirds.”




Did Your Shopping List Kill a Songbird?


Woodbridge, Ontario
THOUGH a consumer may not be able to tell the difference, a striking red and blue Thomas the Tank Engine made in Wisconsin is not the same as one manufactured in China — the paint on the Chinese twin may contain dangerous levels of lead. In the same way, a plump red tomato from Florida is often not the same as one grown in Mexico. The imported fruits and vegetables found in our shopping carts in winter and early spring are grown with types and amounts of pesticides that would often be illegal in the United States.
In this case, the victims are North American songbirds. Bobolinks, called skunk blackbirds in some places, were once a common sight in the Eastern United States. In mating season, the male in his handsome tuxedo-like suit sings deliriously as he whirrs madly over the hayfields. Bobolink numbers have plummeted almost 50 percent in the last four decades, according to the North American Breeding Bird Survey.


The birds are being poisoned on their wintering grounds by highly toxic pesticides.

Rosalind Renfrew, a biologist at the Vermont Center for Ecostudies, captured bobolinks feeding in rice fields in Bolivia and took samples of their blood to test for pesticide exposure. She found that about half of the birds had drastically reduced levels of cholinesterase, an enzyme that affects brain and nerve cells — a sign of exposure to toxic chemicals.


Since the 1980s, pesticide use has increased fivefold in Latin America as countries have expanded their production of nontraditional crops to fuel the demand for fresh produce during winter in North America and Europe.


Rice farmers in the region use monocrotophos, methamidophos and carbofuran, all agricultural chemicals that are rated Class I toxins by the World Health Organization, are highly toxic to birds, and are either restricted or banned in the United States. In countries like Guatemala, Honduras and Ecuador, researchers have found that farmers spray their crops heavily and repeatedly with a chemical cocktail of dangerous pesticides.
In the mid-1990s, American biologists used satellite tracking to follow Swainson’s hawks to their wintering grounds in Argentina, where thousands of them were found dead from monocrotophos poisoning.

Migratory songbirds like bobolinks, barn swallows and Eastern kingbirds are suffering mysterious population declines, and pesticides may well be to blame. A single application of a highly toxic pesticide to a field can kill seven to 25 songbirds per acre. About half the birds that researchers capture after such spraying are found to suffer from severely depressed neurological function.

Migratory birds, modern-day canaries in the coal mine, reveal an environmental problem hidden to consumers. Testing by the United States Food and Drug Administration shows that fruits and vegetables imported from Latin America are three times as likely to violate Environmental Protection Agency standards for pesticide residues as the same foods grown in the United States. Some but not all pesticide residues can be removed by washing or peeling produce, but tests by the Centers for Disease Control show that most Americans carry traces of pesticides in their blood. American consumers can discourage this poisoning by avoiding foods that are bad for the environment, bad for farmers in Latin America and, in the worst cases, bad for their own families.
What should you put on your bird-friendly grocery list? Organic coffee, for one thing. Most mass-produced coffee is grown in open fields heavily treated with fertilizers, herbicides, fungicides and insecticides. In contrast, traditional small coffee farmers grow their beans under a canopy of tropical trees, which provide shade and essential nitrogen, and fertilize their soil naturally with leaf litter.


Their organic, fair-trade coffee is now available in many coffee shops and supermarkets, and it is recommended by the Audubon Society, the American Bird Conservancy and the Smithsonian Migratory Bird Center.

Organic bananas should also be on your list. Bananas are typically grown with one of the highest pesticide loads of any tropical crop. Although bananas present little risk of pesticide ingestion to the consumer, the environment where they are grown is heavily contaminated.

When it comes to nontraditional Latin American crops like melons, green beans, tomatoes, bell peppers and strawberries, it can be difficult to find any that are organically grown. We should buy these foods only if they are not imported from Latin America.

Now that spring is here, we take it for granted that the birds’ cheerful songs will fill the air when our apple trees blossom. But each year, as we continue to demand out-of-season fruits and vegetables, we ensure that fewer and fewer songbirds will return.
Bridget Stutchbury, a professor of biology at York University in Toronto, is the author of “Silence of the Songbirds.”
By BRIDGET STUTCHBURY
Published: March 30, 2008

4 de março de 2008

logotipo - precisa-se!

Não tens nada para fazer participa ! e se gostas de passarinhos . telefona a um conhecido(a) que perceba de design e marketing e concorre!

É simples basta desenhar um logotipo original para o futuro clube de canários de canto.

As regras são as seguintes:

1º o logotipo deve ser simples em desenho e cores, pois vai ser exposto desde bandeiras a pins.

2º o desenho deve ser objectivo, ou seja, deve-se perceber claramente que se trata de um canário de canto.

3º o logotipo deve incluir as cores da bandeira portuguesa.

4º deve incluir as siglas da associação que são: A P C T E.

O que significam estas letras? Associação Portuguesa do Canário Timbrado Espanhol

As propostas devem ser enviadas para este mail até dia 28 de Março de 2008.

O prémio é um casal de canários timbrado espanhol de 2008 á escolha do vencedor. Podes oferecer a quem tu mais gostas ou participa simplesmente para ajudar alguém .

12 de fevereiro de 2008

Nisa/Água: Excesso de alumínio resolvido só em Junho


O excesso de alumínio identificado na água da rede pública em várias freguesias do concelho de Nisa só deverá ficar resolvido durante o mês de Junho, disse à agência Lusa o administrador da Águas do Norte Alentejano (AdNA).
Octávio Almeida, administrador delegado da empresa AdNA, referiu à Lusa que as análises e os testes efectuados diariamente só poderão colher resultados positivos dentro de quatro meses.
«Esta situação poderá prolongar-se até Junho, uma vez que estamos a efectuar várias análises. Nesta fase, existem sempre variações na qualidade da água», sublinhou.
«Como a empresa e a autarquia de Nisa efectuam análises diariamente, mas os resultados não são entregues pelos laboratórios dia a dia, existem sempre algumas diferenças no controlo do alumínio na água», acrescentou.
«Os valores em excesso são mínimos. A água quando sai da ETA de Póvoa e Meadas vai dentro dos parâmetros normais, mas vai ganhando alumínio ao longo do percurso», observou.
Segundo Octávio Almeida, a empresa AdNA ensaiou, recentemente, um tratamento à base de dióxido de carbono, mas essa experiência não resultou.
O consumo de água da rede pública em cinco povoações do concelho de Nisa, de quatro freguesias, não está interdito.
Contudo, na passada sexta-feira, o município de Nisa aconselhou a populações a manterem precauções na utilização dessa água, por esta ainda conter excesso de alumínio.
«Continuamos a registar valores de alumínio na água», disse à agência Lusa, na altura, a presidente da Câmara Municipal, Gabriela Tsukamoto.
De acordo com a autarca, pese embora as últimas análises à água registassem «valores normais de alumínio nas entradas dos reservatórios», já nos pontos de consumo, nomeadamente nas torneiras dos consumidores, continuavam a haver «níveis em excesso».
Num comunicado entregue à população, a autarquia aconselhava algumas precauções aos habitantes de Alpalhão (na freguesia do mesmo nome), Arneiro e Duque (freguesia de Santana), Pé da Serra (São Simão) e Salavessa (Montalvão).
Actualmente, a população de Arneiro está a ser abastecida através de depósitos, ao passo que, nas restantes localidades afectadas, os consumidores estão a recorrer aos fontanários.
Diário Digital / Lusa
11-02-2008 17:53:00

Jan Kubelik plays "Zephyr" by Hubay