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21 de junho de 2008
5 de março de 2008
Estreia esta quinta-feira: «O Patinho Feio e Eu»
«O Patinho Feio e Eu» conta a história mais atribulada e engraçada do Patinho Feio e do seu, mais improvável, pai «adoptivo». É verdade que Hans Christian Anderson não tinha um «Eu» no seu conto, mas isto é mais do que uma simples história.
Esta é a história do Feio e de Ratso, o seu «pai», a quem Feio trata por «mãe», mas, na verdade, ele não é uma coisa nem outra. O coitado do rato, por mero acaso, estava no local, quando o bebé Feio «saiu da casca».
Nesse momento, Ratso sentiu-se forçado a carregar com essa responsabilidade… Mas, também, que tipo de «pai» seria se recusasse ser «mãe» do seu próprio filho? Confuso? Bem, o Ratso também.
A partir daí, a vida de Ratso, que já era bastante atribulada, tornou-se um carrossel imparável. Para além de ter que fugir de um gang maldoso de ratos da cidade, estar rodeado de aves hostis e aturar um parente próximo, ventríloquo, que recebe ordens do próprio fantoche, ainda tem que educar um «filho».
A vida não é fácil, dizem, mas um rato independente, que tenha de criar um Patinho Feio pode comprovar isso.
Título: «O Patinho Feio e Eu»
Título original: «The Ugly Duckling And Me» Realização: Michael Hegner e Karsten Kiilerich Com vozes de (VO): Renato Godinho, Peter Michael, Claudia Cadima, Bruno Ferreira, Paulo Pires, Helena Isabel, Rita Pereira e Carla Chambel Género: Animação/Comédia País: Reino Unido/Dinamarca/Irlanda/Alemanha/França Ano: 2006 Duração: 90 min.
Esta é a história do Feio e de Ratso, o seu «pai», a quem Feio trata por «mãe», mas, na verdade, ele não é uma coisa nem outra. O coitado do rato, por mero acaso, estava no local, quando o bebé Feio «saiu da casca».
Nesse momento, Ratso sentiu-se forçado a carregar com essa responsabilidade… Mas, também, que tipo de «pai» seria se recusasse ser «mãe» do seu próprio filho? Confuso? Bem, o Ratso também.
A partir daí, a vida de Ratso, que já era bastante atribulada, tornou-se um carrossel imparável. Para além de ter que fugir de um gang maldoso de ratos da cidade, estar rodeado de aves hostis e aturar um parente próximo, ventríloquo, que recebe ordens do próprio fantoche, ainda tem que educar um «filho».
A vida não é fácil, dizem, mas um rato independente, que tenha de criar um Patinho Feio pode comprovar isso.
Título: «O Patinho Feio e Eu»
Título original: «The Ugly Duckling And Me» Realização: Michael Hegner e Karsten Kiilerich Com vozes de (VO): Renato Godinho, Peter Michael, Claudia Cadima, Bruno Ferreira, Paulo Pires, Helena Isabel, Rita Pereira e Carla Chambel Género: Animação/Comédia País: Reino Unido/Dinamarca/Irlanda/Alemanha/França Ano: 2006 Duração: 90 min.
26 de fevereiro de 2008
Moçambique

Mozambique, officially the Republic of Mozambique is a country in southeastern Africa bordered by the Indian Ocean to the east, Tanzania to the north, Malawi and Zambia to the northwest, Zimbabwe to the west and Swaziland and South Africa to the southwest. It was explored by Vasco da Gama in 1498 and colonized by Portugal in 1505.
By 1510, the Portuguese had control of all of the former Arab sultanates on the east African coast. From about 1500, Portuguese trading posts and forts became regular ports of call on the new route to the east.
It is a member of the Community of Portuguese Language Countries and the Commonwealth of Nations. Mozambique (Moçambique) was named after Muça Alebique, a sultan.
Between the first and fourth centuries CE, waves of Bantu-speaking people migrated from the west and north through the Zambezi River valley and then gradually into the plateau and coastal areas. The Bantu were farmers and ironworkers.
When Portuguese explorers reached Mozambique in 1498, Arab commercial and slave trading settlements had existed along the coast and outlying islands for several centuries. From about 1500, Portuguese trading posts and forts became regular ports of call on the new route to the east. Later, traders and prospectors penetrated the interior regions seeking gold and slaves. Although Portuguese influence gradually expanded, its power was limited and exercised through individual settlers and officials who were granted extensive autonomy. As a result, investment lagged while Lisbon devoted itself to the more lucrative trade with India and the Far East and to the colonisation of Brazil.
By the early 20th century the Portuguese had shifted the administration of much of Mozambique to large private companies, like the Mozambique Company, the Zambezi Company and the Niassa Company, controlled and financed mostly by the British, which established railroad lines to neighbouring countries and supplied cheap – often forced – African labor to the mines and plantations of the nearby British colonies and South Africa. Because policies were designed to benefit Portuguese immigrants and the Portuguese homeland, little attention was paid to Mozambique's national integration, its economic infrastructure, or the skills of its population.
Cabo Delgado
Gaza
Inhambane
Manica
Maputo (city)
Maputo
Nampula
Niassa
Sofala
Tete
Zambezia

Também conhecido como bigodinho, trata-se, como o próprio nome indica, de um parente próximo do canário. Apesar do nome, esta ave não se limita em estado selvagem, à zona de Moçambique, ela ocorre por quase toda a África Central até ao Senegal. A diferenciação dos sexos é feita pela existência de um pequeno colar cinzento sobre o peito amarelo das fêmeas e pela coloração mais intensa e viva do macho. Os machos são regra geral mais ariscos e agressivos (para com os da sua espécie) e possuem um canto forte e melodioso. De porte relativamente pequeno, 11 cm, é uma ave que continua a ser importada de África, no entanto, após o período de aclimatação torna-se bastante resistente. Uma boa norma a ser seguida é a de se certificar de que as aves fazem exercício físico suficiente, de modo a evitar que fiquem demasiado pesadas. Para tal basta que colocar dois poleiros suficientemente afastados entre si por forma a que as aves tenha obrigatoriamente que voar para passar de um poleiro para o outro.
A alimentação desta ave consiste numa mistura para aves exóticas e não mistura para canários, deverá também ser disponibilizada verdura, pequenos pedaços de frutos (cuidado com os excessos), papa insectívora e/ou de ovo e grit. São também grandes apreciadores de espigas de painço.
A sua reprodução em cativeiro ocorre com muita frequência e com mais facilidade do que muitos esperariam. A incubação dos ovos é uma tarefa geralmente a cargo da fêmea e revelam-se muito zelosos com a prole. Para conseguir criar estas aves não é necessário um grande espaço, basta um normal viveiro de criação de canários com um ninho em forma de cesto colocado num local alto e protegido da gaiola, no qual a fêmea depositará entre dois a quatro ovos. É aconselhável retirar as crias quando estas já forem totalmente independentes, já que, na maior parte das vezes, deixam de ser toleradas pelo macho. Um casal em boas condições é capaz de criar várias ninhadas por ano.
A alimentação desta ave consiste numa mistura para aves exóticas e não mistura para canários, deverá também ser disponibilizada verdura, pequenos pedaços de frutos (cuidado com os excessos), papa insectívora e/ou de ovo e grit. São também grandes apreciadores de espigas de painço.
A sua reprodução em cativeiro ocorre com muita frequência e com mais facilidade do que muitos esperariam. A incubação dos ovos é uma tarefa geralmente a cargo da fêmea e revelam-se muito zelosos com a prole. Para conseguir criar estas aves não é necessário um grande espaço, basta um normal viveiro de criação de canários com um ninho em forma de cesto colocado num local alto e protegido da gaiola, no qual a fêmea depositará entre dois a quatro ovos. É aconselhável retirar as crias quando estas já forem totalmente independentes, já que, na maior parte das vezes, deixam de ser toleradas pelo macho. Um casal em boas condições é capaz de criar várias ninhadas por ano.
25 de fevereiro de 2008
Pájaros/aves/birds


Hace pocos días la policía detuvo a 3 jóvenes en Andalucía acusados del robo de pájaros cantores, el motivo del robo era presuntamente vender ilegalmente esos pájaros para concursos de canto.
Lo que parece a priori parece una afición naturalista esconde un mundo muy complejo de gente que se mueve de un sitio a otro con jaulas y pájaros buscando un premio, un reconocimiento a una afición desconocida por casi todo el mundo.
25 de outubro de 2007
23 de outubro de 2007
1,000 CANARIES

DEEP IN THE COAL MINES
CANARIES GAVE WARNING
WHEN TO TAKE ACTION FOR SURVIVAL
EVERYTHING IS CONNECTED
CHANGE BE STRONG
FIND WHAT YOU LOVE
LOVE WHAT YOU DO
LISTEN FOR CANARIES
8 de outubro de 2007
Nicolò Paganini (1782-1840)

Nicolò Paganini (1782-1840)
Nicolo Paganini was born in Genoa, Italy, Oct 27, 1782. He was one of six children born to Teresa and Antonio Paganini. He was an Italian violinist and a composer, considered by many as the greatest of all time.
He received music lessons from his father before he was 6 years old and later from the best instructors in Genoa. He began to perform in public and composed his first sonata in 1790. In 1795 he went to Parma, Italy to study but the teachers there told him they could do nothing more for him. He then commenced on a course of self-training so rigorous that he often played 15 hours a day. In 1797 he started his concert tours, which for many years consisted of triumph after triumph. From 1805 to 1808 he was the court solo violinist at Lucca, appointed by Napoleon’s sister Elisa Bacciocchi. In 1809 Nicolo became a free-lance soloist performing his own music. He performed concerts throughout Italy.
In early 1828 Nicolo began a six and half year tour that started in Vienna and ended in Paris in September 1834. During the two and half year period from August 1828 to February, 1831 he visited some 40 cities in Germany, Bohemia, and Poland. Performances in Vienna, Paris, and London were hailed widely, and his tour in 1832 through England and Scotland made him wealthy.
His playing of tender passages was so beautiful that his audiences often burst into tears, and yet, he could perform with such force and velocity that at Vienna one listener became half crazed and declared that for some days that he had seen the Devil helping the violinist.
Once his fame was established, Paganini’s life was a mixture of triumphs and personal excesses. He earned large sums of money but he indulged recklessly in gambling and other forms of dissipation. On one occasion he was forced to pawn his violin. Having requested the loan of a violin from a wealthy French merchant so that he could fulfill an engagement, he was given a Guarnerius violin by the merchant and later refused to take it back when the concert was over. It was Paganini’s treasure and was bequeathed to the people of Genoa by the violinist and is still carefully preserved in that city
Paganini’s genius as a player overshadows his work as a composer. He wrote much of his music for his own performances, music so difficult that it was commonly thought that he entered into a pack with the Devil. His compositions included 24 caprices (published in 1820) for unaccompanied violin that are among the most difficult works ever written for the instrument. He also challenged musicians with such compositions as his 12 sonatas for violin and guitar; 6 violin concerti; and 6 quartets for violin, viola, cello, and guitar.
According to Philip Sandblom in his book Creativity and Disease few geniuses have experienced such lucky agonies as Paganini, bedeviled by a host of chronic complaints, including Ehlers-Danlos syndrome, marked by excessive flexibility of the joints. “This enabled Paganini to perform the astonishing double-stoppings and roulades for which he was famous”, Sandblom writes. “His wrist was so loose that he could move and twist it in all directions. Although his hand was not disproportional he could thus double its reach and play in the first three positions without shifting.”
It is well known that Paganini rarely practiced after his 30th birthday. Those who were closely associated with him used to marvel at his brilliant technique and watched him closely to discover how he retained it.
In performance Paganini enjoyed playing tricks, like tuning one of his strings a semitone high, or playing the majority of a piece on one string after breaking the other three. He astounded audiences with techniques that included harmonics, double stops, pizzicato with the left as well as the right hand, and near impossible fingerings and bowings. Antonia Bianchi, a singer who toured with Nicolo in 1825, bore him a son, Cyrus Alexander on July 23, 1825. Although they were never married, he did lavish affection on his son for the rest of his life.
Nicolo Paganini was born in Genoa, Italy, Oct 27, 1782. He was one of six children born to Teresa and Antonio Paganini. He was an Italian violinist and a composer, considered by many as the greatest of all time.
He received music lessons from his father before he was 6 years old and later from the best instructors in Genoa. He began to perform in public and composed his first sonata in 1790. In 1795 he went to Parma, Italy to study but the teachers there told him they could do nothing more for him. He then commenced on a course of self-training so rigorous that he often played 15 hours a day. In 1797 he started his concert tours, which for many years consisted of triumph after triumph. From 1805 to 1808 he was the court solo violinist at Lucca, appointed by Napoleon’s sister Elisa Bacciocchi. In 1809 Nicolo became a free-lance soloist performing his own music. He performed concerts throughout Italy.
In early 1828 Nicolo began a six and half year tour that started in Vienna and ended in Paris in September 1834. During the two and half year period from August 1828 to February, 1831 he visited some 40 cities in Germany, Bohemia, and Poland. Performances in Vienna, Paris, and London were hailed widely, and his tour in 1832 through England and Scotland made him wealthy.
His playing of tender passages was so beautiful that his audiences often burst into tears, and yet, he could perform with such force and velocity that at Vienna one listener became half crazed and declared that for some days that he had seen the Devil helping the violinist.
Once his fame was established, Paganini’s life was a mixture of triumphs and personal excesses. He earned large sums of money but he indulged recklessly in gambling and other forms of dissipation. On one occasion he was forced to pawn his violin. Having requested the loan of a violin from a wealthy French merchant so that he could fulfill an engagement, he was given a Guarnerius violin by the merchant and later refused to take it back when the concert was over. It was Paganini’s treasure and was bequeathed to the people of Genoa by the violinist and is still carefully preserved in that city
Paganini’s genius as a player overshadows his work as a composer. He wrote much of his music for his own performances, music so difficult that it was commonly thought that he entered into a pack with the Devil. His compositions included 24 caprices (published in 1820) for unaccompanied violin that are among the most difficult works ever written for the instrument. He also challenged musicians with such compositions as his 12 sonatas for violin and guitar; 6 violin concerti; and 6 quartets for violin, viola, cello, and guitar.
According to Philip Sandblom in his book Creativity and Disease few geniuses have experienced such lucky agonies as Paganini, bedeviled by a host of chronic complaints, including Ehlers-Danlos syndrome, marked by excessive flexibility of the joints. “This enabled Paganini to perform the astonishing double-stoppings and roulades for which he was famous”, Sandblom writes. “His wrist was so loose that he could move and twist it in all directions. Although his hand was not disproportional he could thus double its reach and play in the first three positions without shifting.”
It is well known that Paganini rarely practiced after his 30th birthday. Those who were closely associated with him used to marvel at his brilliant technique and watched him closely to discover how he retained it.
In performance Paganini enjoyed playing tricks, like tuning one of his strings a semitone high, or playing the majority of a piece on one string after breaking the other three. He astounded audiences with techniques that included harmonics, double stops, pizzicato with the left as well as the right hand, and near impossible fingerings and bowings. Antonia Bianchi, a singer who toured with Nicolo in 1825, bore him a son, Cyrus Alexander on July 23, 1825. Although they were never married, he did lavish affection on his son for the rest of his life.
Niccolò Paganini (Gênova, 27 de outubro de 1782 – Nice, 27 de maio de 1840) foi um compositor italiano que revolucionou a arte de tocar violino. Em 1833 recusou Haroldo na Itália, peça para viola e orquestra encomendada por Hector Berlioz, alegando que seu solo era fácil demais.
Quando criança era constantemente obrigado pelo próprio pai a estudar violino muitas horas por dia, sob ameaça de castigos severos. Em seus primeiros concertos públicos foi considerado uma criança prodígio. Após de libertar-se da custodia do pai-déspota, começou a carreira como virtuoso do violino, em toda a Itália. Ficou famoso também pelo seu estilo da vida rebelde, freqüentemente gastando todo seu o dinheiro em jogos e diversões noturnas. Durante os anos 1800-1805 desapareceu completamente da vida pública.
Quando criança era constantemente obrigado pelo próprio pai a estudar violino muitas horas por dia, sob ameaça de castigos severos. Em seus primeiros concertos públicos foi considerado uma criança prodígio. Após de libertar-se da custodia do pai-déspota, começou a carreira como virtuoso do violino, em toda a Itália. Ficou famoso também pelo seu estilo da vida rebelde, freqüentemente gastando todo seu o dinheiro em jogos e diversões noturnas. Durante os anos 1800-1805 desapareceu completamente da vida pública.
Diz a lenda que passou estes anos na prisão.Embora, no início de sua vida profissional desse os seus concertos apenas na Itália, sua fama como violinista-virtuoso logo espalhou-se por toda Europa.
Só em 1828 saiu da Itália para uma viagem de concertos no estrangeiro. Tocou na Áustria, Alemanha e França entre outros países, sempre com grande sucesso.
Os últimos anos da sua vida foram passados em Nice. Apesar de muito rico, ficou doente de tuberculose e não podia falar.
O estilo de vida de Niccolò Paganini e a sua aparência mefistofélica deram origem a historias de que o seu virtuosismo era devido a um pacto com o demônio.
Os últimos anos da sua vida foram passados em Nice. Apesar de muito rico, ficou doente de tuberculose e não podia falar.
O estilo de vida de Niccolò Paganini e a sua aparência mefistofélica deram origem a historias de que o seu virtuosismo era devido a um pacto com o demônio.
7 de agosto de 2007
Ozono-Noticia atrasada

Norte com elevadas concentrações de partículas e ozono
A qualidade do ar na região Norte enfrenta elevadas concentrações de ozono (O3) e de partículas em suspensão (PM10), o que obriga à implementação de novas medidas de combate à poluição a partir de Março, anunciou hoje fonte da CCDRN.
Em conferência de imprensa realizada no Porto, responsáveis da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN) revelaram as conclusões e propostas do estudo «Planos e Programas para a Melhoria da Qualidade do Ar na Região Norte (2001-2004)».
De acordo com o documento, realizado a nível nacional, a região Norte aparenta ser aquela que regista maiores concentrações dos poluentes O3 e PM10.
Em termos europeus, o Norte encontra-se a par de regiões do Leste Europeu, de Itália, Bélgica e Holanda em termos de níveis de concentrações de PM10.
Em relação ao ozono, os principais problemas a nível europeu verificam-se exactamente na região Norte de Portugal, mas também na Europa Central e no Norte de Itália.
Paulo Gomes, da CCDRN, explicou que o facto da região nortenha concentrar um elevado número de indústrias e se tratar de uma região que atinge temperaturas muito elevadas, em determinadas épocas do ano, justificam estes valores.
Retirar a circulação de veículos pesados de determinadas zonas urbanas, lavar ruas, substituir lareiras por aquecimento central, criar zonas de emissões reduzidas nos centros das cidades e implementar um sistema de placas de matrícula alternadas são algumas das medidas apresentadas, que visam combater o elevado número de vezes que a região ultrapassa os valores limites legislados de emissões de poluentes atmosféricos.
«Estas medidas, aplicadas conjuntamente, permitem reduções de emissões de partículas à volta dos 50 por cento e reduções de óxidos de azoto de cerca de 20 por cento», acrescenta o texto.
A lavagem de ruas nas artérias mais poluídas de cada concelho pode significar uma redução de emissões até 30 por cento, enquanto, por exemplo, a substituição de lareiras pode chegar aos 16 por cento ao nível dos concelhos.
«As medidas que se relacionam com a gestão do tráfego dos veículos pesados são as mais eficazes em termos de reduções das emissões», refere o estudo, dando conta que a proibição de circulação, a 50 por cento deste tipo de pesados de mercadorias nos centros da cidade, «traz grandes vantagens ao nível da diminuição dos custos externos».
Segundo o presidente da CCDRN, Carlos Lage, «não estamos perante medidas pontuais, trata-se de um dispositivo que se destina a reduzir as emissões destes poluentes até níveis aceitáveis».
O responsável defendeu, por exemplo, a redução da velocidade máxima na Via de Cintura Interna (VCI), no Porto, de 90 para 80 quilómetros/hora, e a instalação de radares em toda a artéria como forma de diminuir a emissão de partículas.
«Aquela via tem um movimento colossal e a emissão de poluentes ali é enorme», frisou.
A CCDRN começará em Setembro a discutir com autarquias, associações de municípios e ambientalistas os planos de acção para melhoria da qualidade do ar tendo em vista a elaboração de programas de execução.
«Teremos que ter o plano de execução pronto até Março de 2008», adiantou Paulo Gomes, sustentando que a partir dessa altura as medidas preventivas entrarão em vigor.
A título de exemplo, Paulo Gomes adiantou que a zona da Boavista, no Porto, ultrapassou, em 2004, 135 vezes os limites legislados de emissões de poluentes.
Já Vila do Conde ultrapassou os limites 124 vezes nesse ano.
Diário Digital / Lusa
06-08-2007 14:42:00
2 de agosto de 2007
Timbre - welcome to Gulbenkian

LAUREN NEWTON (voz)ELISABETH TUCHMANN (voz)
OSKAR MÖRTH (voz)BERTL MÜTTER (voz, trombone)

Timbre ... Ya sabemos que el timbre es la cualidad que personaliza el sonido y nos permite identificar a su emisor. En el canto de todo canario encontraremos pasajes, principalmente, de tres tipos de timbre o sonoridad: metálica, hueca y acuosa. En las razas de canarios de canto encontramos una suerte de especialización, con clara relación con el registro tonal que poseen...
1 de agosto de 2007
Noticia Atrasada

Castelo Branco: Mecenato ajuda fauna selvagem15 mil euros da Sonae Distribuição permitem reabrir três centros .
Um apoio de 15 mil euros da Sonae Distribuição para este ano permite reabrir três centros de recuperação de fauna selvagem da Quercus, adiantou hoje à Agência Lusa fonte da associação ambiental. "A actividade dos centros estava interrompida desde Janeiro devido à suspensão do financiamento do Instituto de Conservação da Natureza (ICN)", refere Samuel Infante, dirigente da Quercus em Castelo Branco. Na altura, o ICN justificou-se com cortes orçamentais e apontou o mecenato como solução para a continuidade dos centros.
Em 2006, o Instituto tinha atribuído 36 mil euros a três centros de recuperação em Castelo Branco, Santo André e Évora, este último pertencente à Liga de Protecção da Natureza (LPN)", explica Samuel Infante. O apoio da Sonae Distribuição para este ano é de 15 mil euros e "apesar de não cobrir todo o co-financiamento que era garantido pelo ICNB vai permitir reiniciar a actividade", sublinha. "Continuamos à procura de outras empresas interessadas nesta prática de mecenato", refere o dirigente, realçando que "estes donativos dão direito a benefícios fiscais". O montante vai ser aplicado em três centros da Quercus em Castelo Branco, Santo André e Montejunto. "O centro de recuperação de Montejunto ainda não está a funcionar. Estivemos a ultimar infra-estruturas e agora está pronto a abrir", refere o dirigente. Nos outros dois estão actualmente 33 animais (13 em Santo André e 20 em Castelo Branco). "Cerca de 90 por cento são aves", acrescenta, um cenário que diz ser comum em todos os centros de recuperação. Abutres, cegonhas, mochos ou águias, vítimas de acidentes, envenenadas ou debilitadas por qualquer outra razão, são exemplos de espécies actualmente em tratamento antes de serem devolvidas ao meio natural. Os centros não têm funcionários a tempo inteiro e baseiam-se no voluntariado.
Um apoio de 15 mil euros da Sonae Distribuição para este ano permite reabrir três centros de recuperação de fauna selvagem da Quercus, adiantou hoje à Agência Lusa fonte da associação ambiental. "A actividade dos centros estava interrompida desde Janeiro devido à suspensão do financiamento do Instituto de Conservação da Natureza (ICN)", refere Samuel Infante, dirigente da Quercus em Castelo Branco. Na altura, o ICN justificou-se com cortes orçamentais e apontou o mecenato como solução para a continuidade dos centros.
Em 2006, o Instituto tinha atribuído 36 mil euros a três centros de recuperação em Castelo Branco, Santo André e Évora, este último pertencente à Liga de Protecção da Natureza (LPN)", explica Samuel Infante. O apoio da Sonae Distribuição para este ano é de 15 mil euros e "apesar de não cobrir todo o co-financiamento que era garantido pelo ICNB vai permitir reiniciar a actividade", sublinha. "Continuamos à procura de outras empresas interessadas nesta prática de mecenato", refere o dirigente, realçando que "estes donativos dão direito a benefícios fiscais". O montante vai ser aplicado em três centros da Quercus em Castelo Branco, Santo André e Montejunto. "O centro de recuperação de Montejunto ainda não está a funcionar. Estivemos a ultimar infra-estruturas e agora está pronto a abrir", refere o dirigente. Nos outros dois estão actualmente 33 animais (13 em Santo André e 20 em Castelo Branco). "Cerca de 90 por cento são aves", acrescenta, um cenário que diz ser comum em todos os centros de recuperação. Abutres, cegonhas, mochos ou águias, vítimas de acidentes, envenenadas ou debilitadas por qualquer outra razão, são exemplos de espécies actualmente em tratamento antes de serem devolvidas ao meio natural. Os centros não têm funcionários a tempo inteiro e baseiam-se no voluntariado.
O grosso das despesas consiste em medicação, alimentos, transporte dos animais e tratamentos veterinários. Para Samuel Infante, os espaços da Quercus são importantes, porque "é notória a falta de capacidade de resposta dos centros estatais". Segundo aquele responsável, existem três centros do Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade em Olhão, no Gerês e em Gouveia e há um outro da Câmara de Lisboa em Monsanto. "Não há capacidade de resposta porque estão geralmente superlotados e as localizações geográficas nem sempre facilitam o transporte de animais", refere. Os centros da Quercus vão retomar a actividade "num período crítico do ano. Há centenas de animais a chegar aos centros por todo o país". O facto de muitas crias abandonarem os ninhos nesta altura do ano, "é o factor que mais contribui para o acréscimo", refere o dirigente da Quercus. Em comunicado, a Sonae Distribuição explica que o apoio se insere no âmbito da sua "política de Responsabilidade Corporativa, nomeadamente ao nível da sua Política de Ambiente", defendendo "a conservação da Natureza e da biodiversidade". O protocolo entre a Quercus e a Sonae Distribuição vai ser assinado às 11:00 no Auditório A5 da Escola Superior Agrária de Castelo Branco, na Quinta da Senhora de Mércules, seguido de uma visita ao centro de recuperação da cidade.
25-07-2007
25-07-2007
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