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22 de outubro de 2008

Cabo-verdiana Maria Alice apresenta «Tocatina» na Trindade




A cantora cabo-verdiana Maria Alice apresenta quinta-feira no Teatro da Trindade, em Lisboa, o seu novo álbum, «Tocatina», que representa o seu regresso aos palcos depois de oito anos parada.
«Há muito queria gravar um álbum só de mornas e até dizia a brincar ao meu produtor, Humberto Ramos, que quando fosse rica o queria fazer, e ele disse para irmos em frente e surgiu este 'Tocatina', que marca o meu regresso depois de oito anos parada», disse a cantora à Lusa.
Em declarações à Lusa Maria Alice afirmou que «actualmente a música cabo-verdiana se mundializa», salientando o papel de Cesária Évora.
«A Cesária tem levado a música de Cabo Verde a todo mundo, e tem mostrado os mais novos também. Em 2001 ela fez uma digressão tendo-me convidado a mim, e à também Lura e o Ildo Lobo, abriu-nos uma janela», disse a cantora.
Por outro lado, a cantora reconhece que «hoje Cabo Verde é diferente, e chegam às ilhas outras músicas, e há contaminações, nós hoje já temos MTV, mas haverá sempre quem canta mesmo a morna, a tradicional».
Segundo a cantora a «morna está viva, e prova disso mesmo são os jovens que estão a compor mornas novas como Jon Luz».
Jon Luz é um dos músicos que estará quinta-feira no palco do Trindade ao lado de Maria Alice, constituindo uma banda que inclui Humberto Ramos, Adérito Pontes, Tó Barbosa e Chico Fernandes.
A cantora optou pela formação tradicional, uma orquestra de cordas constituída por cavaquinho, violino e viola de 10 cordas.
«Tocatina» surge depois oito anos de ausência dos estúdios e palcos, e sucede aos álbuns «Ilha d´Sal», «D´Zemcontre» e «Lágrima e Súplica», que a cantora revisitará nesta espectáculo.
Natural da Ilha do Sal, Maria Alice instalou-se em 1981 em Lisboa, começando uma intensa colaboração com músicos cabo-verdianos, apesar de cantar desde os 14 anos em serões familiares.
Nesse mesmo ano a sua actuação no festival Internacional de Música Africana, no Algarve, chama a atenção da imprensa e edita o seu primeiro álbum, «Ilha d´Sal».
Na década seguinte realizou várias digressões internacionais.
Em 2001 integra o périplo «Cesária Évora and Friends» que a leva a actuar em Inglaterra, Suíça, Suécia, Alemanha e França.
Para a cantora a «morna canta-se em crioulo e também em português», tendo apontado a morna que Mariza gravou com Tito Paris.
«É a alma cabo-verdiana, e é como a gente sente, agora uma morna em francês ou inglês, não sei, com esta internacionalização até pode ser, mas não sei», afirmou.
Diário Digital / Lusa

16 de outubro de 2008

Raquel Tavares ao vivo no Casino da Figueira na sexta-feira


Raquel Tavares ao vivo no Casino da Figueira na sexta-feira.
O Casino da Figueira vai acolher a fadista Raquel Tavares no Salão Caffé, esta sexta-feira, 17 de Outubro, pelas 23:00 horas, para uma actuação ao vivo.
A fadista que ganhou o prémio revelação da Casa da Imprensa em 2007 vai trazer temas do seu mais recente álbum «Bairro».
Raquel Tavares vai subir ao palco acompanhada por Guilherme Banza, na guitarra portuguesa; Marco Oliveira, na viola de fado; e Fernando Araújo, no baixo.
A entrada tem um custo de 15€.

11 de julho de 2008

Yelena Avedisian


Yelena Avedisian, known as Madame Yelena, immigrated to Iran in 1945. She moved to the city of Tabriz with her Iranian husband, where she shortly thereafter started her dance school. In 1962, she established the “Song and Dance Ensemble” with the participation of her 150 students. Later, when she moved to Tehran and established a new school, she made ballets of Persian character. ”Rose of Shiraz”, ”Song of the Canary”, ”Gulnara”, ”Portrait of a Patriotic Girl”, ”Fire Dance”, and ”Fountains at the Ferdowsi Square” are some of them.

4 de julho de 2008

Bruxelas: Fado na inauguração da praça Fernando Pessoa










Bruxelas: Fado na inauguração da praça Fernando Pessoa


Um concerto pela fadista Mafalda Arnauth e a exibição do filme «Afirma Pereira» integram na próxima sexta-feira, em Bruxelas, a inauguração oficial da Square (praça) Fernando Pessoa, com a presença do embaixador Tavares de Sousa.

Na ocasião, serão lidos textos de Fernando Pessoa por actores de Bruxelas.
O filme «Afirma Pereira», adaptado do romance homónimo de António Tabucchi, foi realizado em 1996 por Robert Faenza e tem como protagonistas Marcello Mastroiani, Daniel Auteuil e Joaquim de Almeida.

Mafalda Arnauth é apresentada pela organização do evento como «uma jovem cantora que ergue alto as cores do fado».

O ministro-presidente da região de Bruxelas-Capital, Charles Picqué, e o burgomestre da Comuna de Ixelles, onde a praça fica situada, Willy Decouty, irão também participar na cerimónia.
A praça Fernando Pessoa , com um busto do poeta, situa-se no Flagey, onde vivem muitos dos 12.000 portugueses residentes na capital belga e onde se encontra a maior parte do comércio «da saudade», nomeadamente cafés e mercearias, e das associações de emigrantes.
Este será ainda um dos últimos actos oficiais do embaixador Manuel Tavares de Sousa, que está de partida para Haia, sendo substituído por Vasco Bramão Ramos, antigo director-geral de Política Externa, no âmbito de um movimento diplomático que envolve cerca de 30 postos.
A praça Fernando Pessoa está embelezada por calçada portuguesa, tendo vindo propositadamente de Lisboa cinco calceteiros, cedidos pela autarquia da capital portuguesa, para realizar o trabalho.
O evento de sexta-feira enquadra-se na agenda da reabertura da praça Flagey - com programas até ao próximo sábado - totalmente remodelada após vários anos de obras.
Diário Digital / Lusa

20 de abril de 2008

Para todos os criadores ! for all breeders!






después de vivir un sigloes como descifrar signossin ser sabio competentevolver a ser de repentetan frágil como un segundovolver a sentir profundocomo un niño frente a Dioseso es lo que siento yoen este instante fecundo.Se va enredando, enredandocomo en el muro la hiedray va brotando, brotandocomo el musguito en la piedracomo el musguito en la piedraAy, si, si, si.Mi paso ha retrocedidocuando el de ustedes avanzael arco de las alianzasha penetrado en mi nidocon todo su coloridose ha paseado por mis venasy hasta la dura cadenacon que nos ata el destinoes como un diamante finoque alumbra mi alma serena.Lo que puede el sentimientono lo ha podido el saberni el más claro procederni el más ancho pensamientotodo lo cambia el momentocuál mago condescendientenos aleja dulcementede rencores y violenciassolo el amor con su ciencianos vuelve tan inocentes.El amor es torbellinode pureza originalhasta el feroz animalsusurra su dulce trinodetiene a los peregrinoslibera a los prisionerosel amor con sus esmerosal viejo lo vuelve niñoy al malo sólo el cariñolo vuelve puro y sincero.De par en par la ventanase abrió como por encantoentró el amor con su mantocomo una tibia mañanaal son de su bella dianahizo brotar el jazmínvolando cual serafínal cielo le puso aretesy mis años en 17 los convirtió el querubín.










Violeta del Carmen Parra Sandoval (San Carlos, 14 de outubro de 1917 — Santiago do Chile, 5 de fevereiro de 1967) foi uma compositora, cantora, artista plástica e ceramista chilena, considerada a mais importante folclorista daquele país e fundadora da música popular chilena.
Nasceu em San Carlos, província de Ñuble. Realizou seus estudos escolares até o segundo ano do secundário, abandonando-os em 1934, para trabalhar e cantar com seus irmãos em bares e circos, desenvolvendo uma importante carreira musical, como autodidata, a partir dos 9 anos.
Em 1938, casou-se pela primeira vez e dessa união, teve dois filhos, Isabel e Ángel, que também viriam a se tornar compositores e intérpretes importantes.
Viveu em Valparaíso entre 1943 e 1945, e voltou a Santiago, para cantar junto com seus filhos Em 1949 voltou a se casar e teve duas filhas dessa nova união. Em 1952 começou a pesquisar as raízes folclóricas chilenas e compôs os primeiros temas musicais que a fariam famosa. Em 1954, quando já tinha o seu próprio programa de rádio, começou um rigoroso estudo das manifestações artísticas populares. Durante o ano de 1955 visitou a União Soviética, Londres e Paris, cidade onde residiu por dois anos. Realizou gravações para a BBC e os selos Odeón e "Chant du Monde". Em 1957 radicou-se em Concepción, voltando a Santiago no ano seguinte para começar sua produção plástica. Percorreu todo o país, recopilando e difundindo informações sobre o folclore. Em 1961 mudou-se para a Argentina, onde fez grande sucesso com suas apresentações. Voltou a Paris e ali permaneceu por três anos, percorrendo várias cidades da Europa, destacando-se suas visitas a Genebra. Em 1965 voltou ao Chile, viajou para a Bolívia e ao regressar a seu país, instalou uma grande tenda na comuna de La Reina, com o plano de convertê-la em um centro de referência para a cultura folclórica do Chile, juntamente com os filhos, Ángel e Isabel, e os folcloristas Patricio Manns, Rolando Alarcón e Víctor Jara, entre outros. No entanto, a iniciativa não obteve sucesso.
Emocionalmente abatida pelo fracasso do empreendimento e pelo dramático final de um relacionamento amoroso, Violeta Parra suicidou-se em 5 de fevereiro de 1967, na tenda de La Reina.

15 de abril de 2008

Laura Bird



Laura is an independent recording artist, performing singer-songwriter, graphic designer, entrepreneur, and acoustic music presenter. Known for her warm, powerful and versatile smoky alto voice, she takes her listeners on journeys through folk-roots, bluegrass to sultry jazz standards.


Born in Kingston, Ontario and growing up in the 1000 Islands, Laura now resides in the town of Orangeville, Ontario. Her songwriting is strongly influenced from her years growing up along the St. Lawrence River. Vignettes of childhood small town life, struggles and triumphs, dreams and desires are all common threads running through Laura's lyrical fabric.
In addition to her work as Artistic Director of the Headwaters Acoustic Music Society in Orangeville, Laura is also a board member with the ArtsCan Circle group, co-founder of the Colleen Peterson Songwriting Award and serves on the Board of Directors with the Ontario Council of Folk Festivals organization.


"Laura Bird exudes warmth, passion and a joyful earthiness. She immediately connects and captivates her audience with pure vocals and impassioned songs of longing, hope, love and loss. A gifted songwriter with a mesmerizing vocal style and percussive guitar playing that tugs at your heart strings and touches your soul."
Kerrene Tilson Artistic Director

Café In The Woods

Manitoulin Island, Ontario

Jan Kubelik plays "Zephyr" by Hubay