Desde que começei este blog foi com o intuito de divulgar e partilhar alguns dos passeios que faço diariamente na internet .
Comecei como um escape pessoal , comecei porque tinha e tenho saudades das aves que possuo .
Durante as horas laborais, a paixão pelos canários que me foi transmitida por alguém como qualquer criador de Portugal ou do mundo.
Não é necessario verificar que ao longo deste tempo que tenho realizado algo que me dá prazer
que são as aves sejam qual elas forem .
No entanto sou um iniciado e apaixonado pelo canário de canto aquele , que deixa realmente as pessoas paradas na rua a ouvir o seu canto , a sua melodia e a sua alegria .
O canário de canto é um pássaro diferente em tudo .
Desde 2000 que mantinha-me atento aos pequenos "mp3" de uma página de referência para mim e para muitos aficionados no mundo inteiro , o primeiro dos meus links sobre esta pequena ave.
Era um sonho porque não conseguia adquirir este ave em Portugal , porquê?
Uma resposta que não sei responder.
No entanto em 2006 em visita à Petfil , no stand da Associação de Avicultores de Portugal estavam uns passarinhos numas gaiolas pequenas a qual conheci um bom criador de canários de canto , a qual perguntei se vendia algum o dito Canário Timbrado Espanhol .
Ao qual disse-me que não! fiquei contente com a resposta ,mas insisti e disse que vendia noutra altura. Esperei e contei os dias.... 3 dias.
Existem mais duas raças de canários de canto excepcionais mas com outras caracteristicas um pouco semelhantes ou iguais ao do timbrado espanhol.
O canto a musicalidade a qual tenho vindo a comparar com o homem , a mulher , as crianças e com a Humanidade .
Aqueles que fizeram e os que fazem Historia pelo Pais seja além fronteiras.
A vizinha e irmã Espanha que bem sabem e bem fazem actualmente e no passado as aldeias e vilas de Portugal.
O preço da interioridade, da marginalidade da arte mais antiga à mais moderna levou-nos a esquecer que temos coisas boas em Portugal : Associações , Bandas filarmónicas, Guitarras, os descobrimentos de terras que tambem pensam e criam aves que se podem unir num só click tudo o temos de bom e de mau . no entanto criar por prazer,treinar e ouvir cantar são todas elas distintas umas das outras.
Porque ficamos parados no marasmo da nossa própria identidade, discutindo a vida alheia sem conhecermos as pessoas , algo histórico enraizado pelas migrações do preço da sobrevivência.
E claro o de querer ser e de querer esquecer que vimos da terra ,do Norte ao Sul do Pais, familias inteiras deslocaram-se no tempo para as grandes cidades Porto , Coimbra , Lisboa.
Fugindo às fomes , essas fomes da ganância , da inveja , da intolerancia de uns e de outros.... Fazendo assim mover a roda da história do marásmo do quotidiano laboral.
Arranjando um sitio para ficar, para estar , para falarem só sobre um assunto. Charutos, conspirações, lendo pasquins ou jornais atravês do tempo.
Antes bailava-se ,depois ouvia-se ,depois via-se , unindo e desunindo familias ou a familia por diversas razões...No entanto não nos esquecemos dos animais ,trouxemos da aldeia ,da vila ou de uma loja ,de uma feira uma ave ou um coelho.
Agora basta um click e compra-se um cão sem ver e sem tocar no mesmo.
Sériamente falando em Portugal pode-se ter esperança nas coisas boas que a vida nos dá em encontros e desencontros , uma oportunidade de saber o que é um canário de canto.
Sendo o interesse meramente pedagógico ou económico que muitos pensam que gado de bico não faz a gente rico, é um facto , mas é um prazer ouvir e escutar o próximo sobre uma ave.
Porque os sentidos são os mesmos e os sentimentos diferentes. Conhecer é criar algo de novo com variações a tudo o que podemos ser estar e principalmente partilhar o que se sabe.
Pedro Boavida 14-2-2008

Este site dedica-se às aves e a relação com o Homem. O canto do Canário Timbrado, Canário Harz Roller, do canário Malinois e outros canários.. O objectivo de site é contar as aventuras e os arcos de descobertas relacionados com Homem e as aves. This site is dedicated to birds.singing canaries song,canaries,canaries de chant. carmelita=carmelo=jardim
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13 de fevereiro de 2008
16 de outubro de 2007
Pintassilgo,Tentilhão, Canários de Canto e outras aves canoras



Não tenho a pretensão em escrever sobre estas aves, isto porque gosto de todas elas. No entanto a Legislação Portuguesa, não acompanha os valores socioculturais do próprio País. Relativamente à proibição de ter aves selvagens, que podem ser domesticadas como um canário que desde os Descobrimentos encantou e encanta famílias inteiras com o seu canto alegre. Não ficando atrás o Pintassilgo, o Tentilhão, o Melro e tantas outras que poderiam ser criadas se as "legislações Portuguesas" tivessem olhado para as exposições que os criadores fazem ao longo do tempo com o objectivo de mostrarem ao grande público, o "tempo" que se gasta para obter um passarinho bonito e que agrade a todos. A proibição é sempre o fruto mais apetecido, desde o pintarroxo ao chamariz existem em toda a Europa com anilhas de criadores europeus. No entanto se eu quiser comprar um pintassilgo, não o posso fazer e culturalmente falando, irei aos ninhos para adquirir um pintassilgo ou mesmo ao ninho de um verdelhão. A vizinha Espanha um pouco mais adiantada em termos de legislação permite a quem é criador e amante de concursos de canto participar e ter uma dessas aves em casa. A voz crítica de um ornitólogo seria não porque... A voz crítica de um Ambientalista seria, não porque. A verdade é que todas as gerações já tiraram um ninho de uma árvore e já criaram uma avezita qualquer, os que tiveram essa oportunidade de o fazerem. Seria interessante a existência de um clube de aves de canto sobre a égide de uma associação ou de uma federação ou mesmo de uma entidade reguladora dos direitos dos animais ou de ornitólogos e mesmo do Ambiente. Um clube de canto, um clube de Canários de Canto, ou de aves canoras. Não olhar ao redor é não olhar o futuro. Neste artigo que já vai extenso um clube de aves de canto seria algo diferente. Um ornitofilo ou criador de aves, não pode ser visto como o papão das pequenas aves que tem em casa por gosto ou por hobby ou mesmo por necessidade económica. Perdoem-me o facto de mencionar as "legislações ou governos" mas todo o "Mundo Ornitólogo" anseia e por uma medida justa sobre as Aves Europeias que se escondem debaixo de uma parreira como um ninho escondido. Retirar ou caçar aves do meio ambiente também é um modo de preservar a natureza, pode-se perguntar como tirar uma ave selvagem do seu meio ambiente, é um acto primitivo de quem o faz? Seria ridículo então perguntar o que é um Jardim Zoológico, pondo em causa tudo e todos. Um criador ou um Jardim Zoológico, um Passarinheiro ambos comungam na preservação da Natureza em diferentes prismas. São grandes e pequenas "arcas de Noé" de DNA que podem a ajudar a manter populações quase em vias de extinção a voltar ao seu meio ambiente, desde que se respeite o que ainda está feito e o que está por fazer. Isto é um clube de aves canoras (canários de canto).
6 de agosto de 2007
Fnac
Interessante registar que a Fnac tem preços baixos , mudou outra vez a sua postura relativamente à música Portuguesa e a outros tipos de musica(musica independente).
Parabéns.
No espaço Fnac, onde se localiza o café uma pequena feira de livros discreta , cd´s com preços acessiveis para quem se interessa por musica e livros . Música Espanhola, Jazz, música clássica .
Estando o voo nocturno de Jorge Palma no top fnac com uma capa simples.
Sobre livros de aves muito fraco, para criadores de aves ou para quem quer reconhecer aves , não existe muito. Uma sugestão seria livros vindos de Espanha, que tem uma qualidade muito superior aos pequenos livros que existem sobre aves.
Jardins e como fazer jardinagem uma variadade imensa com muitas fotos ilustrativas sobre o tema. Foi com muito gosto que adquiri o livro de um Autor Português que mencionei no dia 25 de Junho de 2007 , Este livro pode ser um dos veiculos para preservar, criar e tambem libertar aves de rapina com apoios governamentais e não governametais .
Parabéns.
No espaço Fnac, onde se localiza o café uma pequena feira de livros discreta , cd´s com preços acessiveis para quem se interessa por musica e livros . Música Espanhola, Jazz, música clássica .
Estando o voo nocturno de Jorge Palma no top fnac com uma capa simples.
Sobre livros de aves muito fraco, para criadores de aves ou para quem quer reconhecer aves , não existe muito. Uma sugestão seria livros vindos de Espanha, que tem uma qualidade muito superior aos pequenos livros que existem sobre aves.
Jardins e como fazer jardinagem uma variadade imensa com muitas fotos ilustrativas sobre o tema. Foi com muito gosto que adquiri o livro de um Autor Português que mencionei no dia 25 de Junho de 2007 , Este livro pode ser um dos veiculos para preservar, criar e tambem libertar aves de rapina com apoios governamentais e não governametais .
26 de abril de 2007
Badalos e Canário Timbrados Espanhol

Um Domingo diferente com os meus timbrados, isto para conhecer melhor os instrumentos utilizados ao longo dos tempos, por quem criava aves de canto em tempos idos .
Desde o Timbrado, Harz, Malinois, o Pintassilgo, o Chamariz, o Lugre, o Melro e tantos outros .
Apresento este texto porque achei interessante alguém pensar nos badalos que os pastores punham aos animais. A experiência que realizei, na minha opinião, não basta só alimentar e limpar... tambem se pode "brincar" com estes excelentes companheiros, os canários.
Que no nosso inconsciente colectivo atravessa de geração em geração de homens e mulheres de Portugal e Espanha.
Deixo aqui registado um pdf do Instituto Camões interessante sobre a Formação de Portugal.
Não foi só a sua voz e os instrumentos que os seres humanos produziram ao longo do tempo que nos acompanharam e acompanham , mas tambem a criação em gaiolas que acompanharam a "voz" de todas aves que podem ser e que foram domesticadas pelo Homem ao longo dos tempos.
Neste caso particular o canto de um canário ou de outra ave exótica e campestre que podemos ter em casa, porque se acha engraçado e passado um tempo já passou a novidade e alguém que não tem nada a ver com a pobre ave, terá que a tratar muitas as vezes a contra gosto.
O que é formidavel é que a pessoa irá admirá-la de uma forma mais intima do que aquele que a adquiriu num momento e numa circunstância e de euforia...
As fotos que fui tirando e que me tiraram nesse Domingo de 22 de Abril de 2007.
Fiz um pequena descoberta com o som de dois chocalhos, batendo um no outro, resultando um som muito semelhante ao das castanholas, termo esse tambem usado na Beira Baixa quando uma cegonha se manifesta.
Mas pode ser a minha impressão auditiva errada.
Apresento-vos as fotos só com o intuito de pensar sobre uma marca ou sobre varias marcas que registamos e nem damos por isso.
Pedro Boavida 26 de Abril de 2007

A Revolta dos Badalos é o resultado de vários anos de concertos-baile e a vontade de gravar um disco diferente dos outros. Desafio musical e boa disposição são os argumentos que passam para disco, as maratonas dos bailes para noite dentro.Falar dos Uxukalhus é falar de dança e de festa. De facto, o grupo existe mais para a dança do que para uma certa "carreira musical" típica. Mesmo assim decidiu finalmente apresentar o seu disco de estreia - "A revolta dos Badalos". Um trabalho que promete muita dança fora de horas e inclui uma faixa multimédia com danças tradicionais.Passados 10 anos depois da criação da Pedexumbo e do Andanças, os Uxukalhus (originalmente designados por "Os Chocalhos") são o expoente máximo das danças tradicionais em portugal.
Primeiro porque investiram tudo o que tinham para apimentar musicalmente a música dita tradicional europeia (e sobretudo a portuguesa) - misturando percussões, guitarras, bouzukis - tudo com o talento especial de Paulo Pereira, na Flauta e o mestria de Celina Piedade, no Acordeão e voz.
Vasco Casais, também dos Dazkarieh, é outro dos membros "residentes" da banda - já que ao longo dos anos foram por lá passando várias colaborações. É o caso de Nuno Patrício, o percucionista que se dá por ele.
Esta "Revolta dos Badalos" é a materialização em disco de uma loucura sonora assumida. Sempre bem disposta, feita por músicos que preferem não ensaiar muito - antes disso preferem tocar juntos e dar corpo ao baile. O certo, é que os muitos bailes que o grupo já animou, invariavelmente são invadidos por algumas centenas de verdadeiros aficcionados.
22 de abril de 2007
Um domingo

Do mundo nada sabiam a não ser traduzir mimo, seleccionar sementes e ingeri-las de modo próprio. As progenitoras para trás ficaram, em merecido descanso, após umas semanas na árdua tarefa de cuidarem dos seus rebentos. Confesso, modéstia à parte, que são uns belos exemplares tanto no porte, como na cor e elegância das suas patas esguias e negras de alguns …
Mas, foi numa tarde estival de domingo, que este colectivo de jovens canários tiveram o seu primeiro contacto directo com o sol. De bicos abertos pulavam de poleiro em poleiro nitidamente alterados com a temperatura exterior e com os ruídos mais agudos deste mundo que mal conhecem. No entanto, as novas sensações não se ficam por aqui. Ora vejam: umas tinas de plástico amarelo e uma banheira “profissional de porta”, com água temperada de uma torneira de jardim, apareceram por magia, na gaiola que lhes serve tanto de recreio como de dormitório. Surpresos e desconfiados, mantiveram-se quietos por uns instantes; mas os objectos não se moveram nem tão pouco emitiram sons. Surge então o mais expedito que decide aproximar-se do dito rectângulo amarelo e olha – e molha o bico – e molha as patas - e finalmente o seu instinto diz-lhe para entrar. E lá vai mais um e outro e outro… Só que o Einstein (Pedro, espero que concordes com esta comparação) aguarda, tal como qualquer cientista que se preze, que a experiência dê resultados. Enquanto os seus amiguinhos se secavam espanejando as penas como se de uma dança se tratasse, e deliciando-se com a nova aventura, o nosso amigo, com ar confiante, exibindo a sua mancha negra no pescoço de que muito se orgulha, avança em passo lento para um banho privado. E oferece-nos o espectáculo de uma dança na água. Ao terminar, olha para trás e pensa "fica por investigar aquele outro objecto estranho".
Seguiu-se o lanche, inevitavelmente muito saboreado. Refrescados, e lanchados, regressam aos seus aposentos conformados com um concerto para piano de Astor Piazzolla que a Antena 2 difundia. Mostram-se agradados, sem dúvida, embora não se tivessem manifestado concretamente. Decidiu então o Pedro apresentar-lhes uma sinfonia de sinos, tendo como pano de fundo a orquestração de um fado de Lisboa. Ora aí sim, os nossos amigos canários demonstraram a sua alegria e juventude alinhando nesta forma de comunicação espontânea, seja ela fadista, cigana, ou rural.
Quietos e estáticos ficaram, quando a sessão terminou.
Maria Rua
Mas, foi numa tarde estival de domingo, que este colectivo de jovens canários tiveram o seu primeiro contacto directo com o sol. De bicos abertos pulavam de poleiro em poleiro nitidamente alterados com a temperatura exterior e com os ruídos mais agudos deste mundo que mal conhecem. No entanto, as novas sensações não se ficam por aqui. Ora vejam: umas tinas de plástico amarelo e uma banheira “profissional de porta”, com água temperada de uma torneira de jardim, apareceram por magia, na gaiola que lhes serve tanto de recreio como de dormitório. Surpresos e desconfiados, mantiveram-se quietos por uns instantes; mas os objectos não se moveram nem tão pouco emitiram sons. Surge então o mais expedito que decide aproximar-se do dito rectângulo amarelo e olha – e molha o bico – e molha as patas - e finalmente o seu instinto diz-lhe para entrar. E lá vai mais um e outro e outro… Só que o Einstein (Pedro, espero que concordes com esta comparação) aguarda, tal como qualquer cientista que se preze, que a experiência dê resultados. Enquanto os seus amiguinhos se secavam espanejando as penas como se de uma dança se tratasse, e deliciando-se com a nova aventura, o nosso amigo, com ar confiante, exibindo a sua mancha negra no pescoço de que muito se orgulha, avança em passo lento para um banho privado. E oferece-nos o espectáculo de uma dança na água. Ao terminar, olha para trás e pensa "fica por investigar aquele outro objecto estranho".
Seguiu-se o lanche, inevitavelmente muito saboreado. Refrescados, e lanchados, regressam aos seus aposentos conformados com um concerto para piano de Astor Piazzolla que a Antena 2 difundia. Mostram-se agradados, sem dúvida, embora não se tivessem manifestado concretamente. Decidiu então o Pedro apresentar-lhes uma sinfonia de sinos, tendo como pano de fundo a orquestração de um fado de Lisboa. Ora aí sim, os nossos amigos canários demonstraram a sua alegria e juventude alinhando nesta forma de comunicação espontânea, seja ela fadista, cigana, ou rural.
Quietos e estáticos ficaram, quando a sessão terminou.
Maria Rua
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