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20 de dezembro de 2008

Joana Amendoeira prepara digressão à Grécia em Janeiro



A fadista Joana Amendoeira, que recentemente lançou um CD/DVD, inicia em Janeiro uma digressão por vários palcos gregos.
Atenas, Salónica e Creta são já alguns dos pontos onde a fadista actuará acompanhada por Pedro Amendoeira (guitarra portuguesa), Pedro Pinhal (viola), Paulo Paz (contrabaixo), Filipe Raposo (acordeão) e Davide Zaccaria (violoncelo).
«Semeámos e vamos colhendo. Este ano, em termos internacionais, queremos também tentar o Brasil», adiantou à Lusa Joana Amendoeira.
Espectáculos na Lituânia, Estónia e uma digressão nacional são outros objectivos da fadista que afirma gostar de trabalhar e daí a regularidade com que se apresenta com novos trabalhos no mercado.
Este CD/DVD, editado pela HM Música, celebra o décimo aniversário da edição do seu primeiro disco «Olhos garotos».
Paralelamente, este é o primeiro DVD da fadista, um registo feito no Castelo de S. Jorge, em Lisboa, no Verão passado, durante a Festa do Fado.
O DVD tem praticamente todo o espectáculo, reúne 19 temas que foram arranjados musicalmente por João Godinho, escolhi temas de anteriores trabalhos, mas também três inéditos», disse.
Intitulado «Joana Amendoeira & Mar Ensemble», a fadista é acompanhada pelo seu trio habitual - Pedro Amendoeira (guitarra portuguesa), Pedro Pinhal (viola), e Paulo Paz (contrabaixo) - e nove músicos (violinos, viola, violoncelo, flauta transversal, clarinete, acordeão, trompa e trompete).
«Procurámos apenas enriquecer o fado, não transformá-lo nem que digam que este é um 'novo fado'. Foi apenas uma abordagem que me apeteceu fazer», explicou.
Entre os temas que compõem este duplo trabalho, Joana Amendoeira salientou os fados tradicionais como «Trago fado nos sentidos» (Amália Rodrigues/Fontes Rocha), ou «Fado de Outrora» (João do Carmo Noronha/Fado Pechincha) e ainda a «Marcha dos Centenários» (Norberto Araújo/Raul Ferrão), uma criação de Maria Clara.

9 de abril de 2008

Cinema, música e dança no Museu do Oriente



O Museu do Oriente, que será inaugurado a 8 de Maio, anunciou um programa de actividades para os primeiros meses que inclui cinema, música, dança, teatro, além de três exposições, duas permanentes e uma temporária.
Nos quatro dias a seguir à inauguração, o Museu do Oriente, um desígnio da Fundação Oriente, que funcionará não apenas como museu, mas como um centro cultural, vai apresentar uma peça musical desenvolvida pelo pianista Mário Laginha, que convidou alguns instrumentistas orientais (do Vietname, da Índia e do Japão) para o acompanharem.
Música e danças tradicionais de Goa, música chinesa em instrumentos ocidentais e um espectáculo de marionetas são outros espectáculos que o Museu do Oriente, instalado num edifício construído nos anos 40 na zona portuária de Lisboa, vai apresentar nos primeiros dias.
Uma parte do Monstra - Festival de Animação de Lisboa também vai decorrer nas instalações do museu, de 10 a 18 de Maio, integrando alguns filmes de três cineastas japoneses: Osamu Tezuka, Hayao Myazaki e Koji Yamamura.
Do programa deste festival consta ainda um ciclo dedicado ao Oriente por cineastas do Ocidente

No início de Junho, o Museu do Oriente vai apresentar um espectáculo de teatro e outro de dança integrados no Alkantara Festival.
O Museu do Oriente tentou criar parcerias com eventos que já têm uma tradição na cidade, como é o caso destes festivais, apresentando «a componente oriental» da programação destes, explicou João Calvão, da Fundação Oriente, antes de uma visita guiada dos jornalistas ao edifício.

Um outro ciclo de cinema intitulado «Máscaras», que reúne um conjunto de seis filmes, decorrerá entre os dias 25 de Maio e 1 de Junho.

A partir de 18 de Junho, o cinema volta ao Museu do Oriente, desta vez com um ciclo «Viagens no Oriente», que apresenta alguns aspectos da realidade e da cultura de países como a Índia, Malásia, Tailândia e China.

A programação do primeiro mês do museu inclui também um espectáculo com a fadista Ana Moura, no dia 17.Quanto às exposições, o museu vai apresentar duas de carácter mais longo (quatro, cinco anos) - uma com 1.400 peças alusivas à presença portuguesa no Oriente (adquiridas pela Fundação ao longo de 20 anos) e outra com o título «Deuses na Ásia», que reúne 650 peças da colecção Kwok On (instrumentos musicais, marionetas, pinturas, porcelanas e lanternas, por exemplo).
Esta colecção é constituída por mais de 13 mil peças de arte popular de toda a Ásia, que serão expostas em ciclos.

Na galeria de exposições temporárias ficará durante seis meses a mostra «Máscaras da Ásia», composta por mais de 200 máscaras da Índia, Sri Lanka, Tailândia, China, Coreia e Japão.
A partir de Setembro haverá uma outra exposição temporária com obras de 20 jovens pintores chineses. Estão previstos cursos de línguas orientais, workshops de yoga, de cozinha vietnamita ou de «chá com arte», a par de actividades destinadas a crianças e de ateliês de pintura e caligrafia promovidos pelo serviço educativo.

O edifício da zona portuária de Alcântara foi totalmente remodelado para acolher as várias componentes do museu, num projecto que ficou a cargo dos arquitectos Carrilho da Graça e Rui Francisco. Há ainda um pequeno jardim concebido por Gonçalo Ribeiro Telles.
A área total é de 15.500 metros quadros e inclui seis pisos à superfície e uma cave, onde ficam instalados o centro de documentação e uma cafetaria.

Os três primeiros pisos são destinados às exposições, no terceiro piso ficam as reservas e áreas técnicas afectas ao acervo museológico e acima ficam o centro de reuniões (com cinco salas), o auditório com 360 lugares e um restaurante com vista sobre o Tejo.
Durante a visita ao edifício, foi possível observar o trabalho de restauro de um pagode em marfim, uma peça que se pensa ser de finais do século XVIII e que estará em exposição.
«É sobretudo um trabalho de paciência», resumiu a técnica encarregue da tarefa.
Diário Digital / Lusa


20 de março de 2008

Água: ONU lembra que a cada 20 segundos morre uma criança


A cada 20 segundos morre uma criança vítima das «péssimas condições» de saneamento que afectam cerca de 2,6 mil milhões de pessoas, lembrou hoje o secretário-geral da ONU a propósito do Dia Mundial da Água.
Num comunicado divulgado por ocasião do Dia Mundial da Água, que se assinala sábado, e que este ano coincide com o Ano Internacional do Saneamento, o secretário-geral das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, destacou a importância de adoptar medidas em relação a uma crise «que afecta mais de uma em cada três pessoas no mundo».
Na mensagem, Ban Ki-moon lembrou que em cada ano 1,5 milhões de vidas de crianças perdem-se devido a algo que «perfeitamente se poderia prevenir».
Os «deficientes serviços de saneamento», conjugados com a «falta de água potável e uma higiene inadequada», são, segundo o responsável, factores que contribuem para o «terrível número de mortes a nível mundial «Para os que sobrevivem, as oportunidades de terem uma existência saudável e produtiva são diminutas. As crianças, especialmente as raparigas, não podem frequentar a escola, enquanto doenças relacionadas com a falta de higiene impedem os adultos de realizar um trabalho produtivo», lamentou Ban Ki-moon na mensagem.
O secretário-geral da ONU sublinhou também que a comunidade internacional ainda «está muito longe» de reduzir para metade o número de pessoas sem acesso a condições de saneamento básico até 2015, objectivos assumidos através dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, em 2000.
Segundo especialistas da ONU, 2,1 mil milhões de pessoas ainda vão cerecer de serviços de saneamento básico em 2015, sendo que, ao ritmo actual, a África subsariana só alcançará esse objectivo em 2076.Apesar de se terem registado progressos, Ban Ki-moon afirmou que os avanços têm sido dificultados pelo «crescimento demográfico, a pobreza generalizada, o investimento insuficiente e, sobretudo, a falta de vontade política».
«Se a comunidade internacional estiver determinada a agir, pode adoptar muitas medidas», frisou o responsável máximo da ONU, lembrando que, em 2005, a Comissão de Desenvolvimento Sustentável daquela organização delineou medidas que visavam garantir progressos significativos, responsabilizando, em primeiro lugar, os governos dos países afectados. O apoio internacional para criar um ambiente político propício, à mobilização de recursos financeiros e à transferência de tecnologias para os países que delas necessitam foram outras medidas traçadas pela Comissão.«Se aceitarmos o desafio, as consequências positivas irão além de uma melhoria do acesso a água potável. Estima-se que cada dólar que se investe em água e saneamento se traduz numa actividade produtiva no valor de sete dólares», disse Ban Ki-moon. «Isto sem contar os benefícios incalculáveis que a redução da pobreza, a melhoria da saúde e a subida do nível de vida representam», acrescentou.
Diário Digital / Lusa

11 de março de 2008

Leonard Cohen actua a 19 de Julho em Lisboa


O cantor canadiano Leonard Cohen actua a 19 de Julho em Lisboa, no âmbito de uma digressão mundial, pondo fim a 15 anos de ausência nos palcos internacionais, anunciou hoje o site oficial do músico.
De acordo com o site http://www.leonardcohenfiles.com/, a denominada «World Tour 2008-2009» passará por Lisboa a 19 de Julho e o concerto deverá ser ao ar livre, uma vez que está designado para o Passeio Marítimo, desconhecendo-se o local exacto.
Desta digressão, destaque para as actuações de Leonard Cohen no festival Glastonbury, no Reino Unido, a 29 de Junho, no festival de jazz de Montreux, na Suíça, a 08 de Julho, no castelo de Edimburgo, Escócia, a 16 de Julho, e no festival de Benicassim, em Espanha, a 20 de Julho.
Na estrada, Leonard Cohen estará acompanhado pelos músicos Roscoe Beck, Neil Larsen, Bob Metzger, Javier Mas, Christine Wu, Rafael Gayol e Dino Soldo.
Ainda segundo o mesmo site, esta será a terceira vez que o cantor e escritor canadiano actua em Portugal, depois de se ter estreado em 1985 e ter regressado em 1988.
Leonard Cohen, 73 anos, é considerado um dos maiores escritores de canções folk da segunda metade do século XX, autor de músicas que versam sobre amor, espiritualidade, religião ou sexo, embrulhadas em soturnidade, melancolia, cinismo e provocação.
Os álbuns «Songs of Leonard Cohen» (1967), que inclui os temas «So long, Marianne» e «Sisters of Mercy», e «Songs of love and hate» (1971) são dois dos mais importantes da discografia de Cohen.
Em 2007, a editora Sony/BMG lançou versões remasterizadas destes álbuns assim como de «Songs of a room» (1969), os três primeiros discos da carreira de Cohen.
Em 2001 lançou o álbum «Ten New Songs» e três anos depois «Dear Heather».
Em 2006 publicou o livro de poemas «Book of longing», o primeiro em 22 anos, para o qual o compositor Philip Glass gravou um disco com o mesmo nome.
Em Portugal estão publicados os livros «Filhos da Neve» e «O Jogo preferido», o primeiro romance de Cohen, escrito em 1963.
Leonard Cohen actua a 19 de Julho em Lisboa
Judeu e monge budista, Leonard Cohen ingressou segunda-feira no Rock and Roll Hall of Fame, em nova Iorque, numa cerimónia apadrinhada por Lou Reed.
Diário Digital / Lusa
11-03-2008

26 de janeiro de 2008

Antonio Molina





Cantante. Málaga, 1930- Madrid, 1992
Málaga vio nacer al que, sin duda, ha sido unos de los intérpretes mas famosos que ha tenido la canción española.
Una sola canción, El Macetero, le bastó para saltar a los primeros puestos de un palmarés compuesto por primerísimas figuras del cancionero. Dotado de una voz con timbres de cristal, una garganta capaz de modular las más difíciles notas y un pecho con una increíble capacidad para prolongar hasta el infinito unos arpegios que hacían vibrar a cuantos le oían cantar, hicieron de Antonio Molina el gran ídolo de un público que abarrotaba los teatros donde actuaba y más tarde los cines donde se proyectaban las películas que, inmediataniente después de su fulgurante éxito, comenzó a rodar.
A aquellas primeras canciones le siguieron otras muchas hasta cerca de un millar fueron, casi todas, número uno en los programas radiofónicos. Durante más de quince años, ininterrumpidamente, Antonio Molina seria el ídolo indiscutible de la copla, sin nadie que pudiera hacerle sombra debido a sus portentosas cualidades. Luego, su fama empezaría a decaer con las nuevas tendencias musicales, hasta que una fibrosis pulmonar le produjo la muerte a la temprana edad de 62 años.

19 de janeiro de 2008

NBA


The Hawk is the mascot for Saint Joseph’s University. The Hawk represents the University’s motto, “The Hawk Will Never Die” by flapping its wings non-stop (even during halftime) throughout every basketball game. The Hawk, who has been flapping his wings since 1956, travels with the basketball team to all of its away games. The role of mascot is annually awarded to student, who is given a full scholarship for serving as the Hawk.

12 de dezembro de 2007

Convento de Santa Clara -ZAFRA

La clausura, que no puede visitarse, se articula en torno a un claustro del siglo XV, en cuyos muros se conservan algunas pinturas góticas. Fueron importantes las reformas realizadas en los siglos XVI y XVII, fruto de las cuales son el refectorio, el coro y su sillería, el patio de la Portería o la nueva enfermería y sus patios clasicistas. Las monjas conservan numerosos objetos de culto, muchos de ellos procedentes de sucesivas donaciones de la Casa ducal, entre los que se encuentran el conjunto de vestiduras litúrgicas de difuntos, conocido como terno de las Águilas, y la cruz procesional y los ciriales de plata y ébano.

29 de novembro de 2007

Pedro e o Lobo


clica no lobo /click in the wolf

O Pedro e o Lobo é uma história infantil contada através da música. Foi composta por Sergei Prokofiev em 1936, com o objectivo pedagógico de mostrar às crianças as sonoridades dos diversos instrumentos. Cada personagem da história (o Pedro, o lobo, o avô, o pássaro, o pato, o gato e os caçadores) é representada por um instrumento diferente.


Peter and the Wolf is a composition by Sergei Prokofiev written in 1936 after his return to the Soviet Union. It is a children's story (with both music and text by Prokofiev), spoken by a narrator accompanied by the orchestra.

Saca Sons


Saca Sons é um grupo de musica tradicional de Zebreira formado em meados de 2003 no âmbito do Programa EQUAL- "Empreender para Desenvolver" implementado pela Associação ADRACES ( Associação para o Desenvolvimento da Raia Centro- Sul )- Pólo Campina. O grupo pretende recuperar e revitalizar algumas tradições, costumes de âmbito musical/ cultural, de modo a valorizar as gentes de Zebreira e toda a riqueza da freguesia.

Dar nomes aos canarios é engraçado!


1º Juliete e 2ª Pavaroti

Um casal de canários de um futuro criador Bruno Andrade

22 de novembro de 2007

Voo Nocturno


Jorge Palma Depois da lucidez de "Norte", Jorge Palma leva-nos a um "Voo Nocturno". É este o nome do novo álbum que o nosso trovador errante apresenta em digressão nacional que, agora, ruma ao Porto, dia 22, e a Barcelos, dia 23.
"Voo Nocturno" foi gravado com Os Demitidos, a mesma banda que acompanhou Palma em "Norte", mas contrasta com antecessor pela simplicidade dos arranjos. A crítica não lhe tem poupado elogios. Os fãs encarregaram-se de confirmar as fortes suspeitas de qualidade com a promoção do disco aos lugares cimeiros da tabela de vendas.
Os mais atentos já sabem de onde veio a inspiração: do livro homónimo de Antoine de Saint-Exupéry. Não admira a afinidade. Palma pode não ter um avião para pilotar, mas sabe comandar muito bem as palavras que usa para descrever as viagens que vai fazendo pelas emoções, com paragens em retratos do dia-a-dia. Sem disciplina, com excessos, sempre à margem de tudo o resto.

14 de novembro de 2007

Alfredo Casella


Alfredo Casella Turin, July 25, 1883 - Rome, March 5, 1947 was an Italian composer.
Casella came from a musical family; his grandfather, a friend of Paganini's, was first cello in the San Carlo Theater in Lisbon and eventually was soloist in the Royal Chapel in Torino. Alfredo's father and two uncles, Carlo, Cesare, and Gioacchino were all professional cellists of some note; his mother was a pianist, and gave Alfredo his first lessons. He entered the Conservatoire de Paris in 1896 to study piano under Louis Diémer and composition under Gabriel Fauré, where Enesco and Ravel were classmates. During his Parisian period, Debussy, DeFalla, and Stravinsky were acquaintances, and he was in contact with Busoni, Mahler, and Richard Strauss as well. Casella developed an admiration for Debussy after hearing the Prélude à l'après-midi d'un faune in 1898, but pursued a more romantic vein stemming from Richard Strauss and Mahler in his own writing of this period, rather than turning to impressionism. His first symphony of 1905 is from this time, and it is with this work that Casella made his debut as a conductor when he led the symphony's premiere in Monte Carlo in 1908.
Back in Italy during the World War I he began teaching piano at the Accademia Nazionale di Santa Cecilia in Rome. Casella was one of the best-known Italian piano virtuosos of his generation, and together with Arturo Bonucci (cello) and Alberto Poltronieri (violin), he formed the Trio Italiano in 1930, which played to great acclaim in Europe and the U.S. His stature as a pianist and his work with the Trio gave rise to some of his best known works, including A Notte Alta, the Sonatina, Nove Pezzi, and the Six Studies, Op. 70, for piano. For the Trio to play on tour, he wrote the Sonata a Tre and the Triple Concerto. Casella had his biggest success with the ballet La Giara, set to a scenario of Pirandello's; other notable works include Italia, the Concerto Romano, Partita and Scarlattiana for Piano and Orchestra, the Violin and Cello Concerti, Paganiniana, and the Concerto for Piano, Strings, Timpani and Percussion. Amongst his chamber works, both Cello Sonatas are played with some frequency, as is the very beautiful late Harp Sonata, and the music for Flute and Piano. Casella also made live-recording player piano music rolls for the Aeolian Duo-Art system all of which survive today and can be heard.
In 1923, together with Gabriele D'Annunzio and Gian Francesco Malipiero from Venice, he founded an association to promote the spread of modern Italian music, the "Corporation of the New Music".
The resurrection of Vivaldi's works in the 20th century is mostly thanks to the efforts of Alfredo Casella, who in 1939, organised the now historic Vivaldi Week, in which the poet Ezra Pound was also involved. Since then, Vivaldi's compositions have enjoyed almost universal success, and the advent of historically informed performance has catapulted him to stardom once again. In 1947, the Venetian businessman Antonio Fanna founded the Istituto Italiano Antonio Vivaldi, with the composer Gian Francesco Malipiero as its artistic director, with the purpose of promoting Vivaldi's music and putting out new editions of his works. Casella's work on behalf of his Italian Baroque forebearers put him at the center of the early 20th Century NeoClassical revival in music, and influenced his own compositions profoundly.
The generazione dell'ottanta ("generation of '80", including Alfano, Casella, Malipiero, Ildebrando Pizzetti, and Respighi - all composers born around 1880, the post-Puccini generation - usually concentrated on writing instrumental works, rather than the operas in which Puccini and his musical forebears had specialised. Members of this generation were the dominant figures in Italian music after Puccini's death in 1924; they had their counterparts in Italian literature and painting. Casella, who was especially passionate about painting, accumulated an important collection of art and sculptures. Casella was perhaps the most "international" in outlook and stylistic influences of the generazione dell'ottanta, owing at least in part to his early musical training in Paris and the circle in which he lived and worked while there.

25 de outubro de 2007

Marisa Monte - Brasil



Marisa Monte - Meu Canário
Jayme Silva
Pela primeira vez, eu chorei
Porque fui desprezado pelo meu amor
O meu barraco agora ficou desarrumado
O meu canário já nao canta, com certeza se desgostou
Piu-piu, piu-piu, piu-piu
Canta, meu canarinho, para amenizar a minha dor
Piu-piu
Quando é noite de lua, eu saio pra rua para meditar
O meu pinho faz tudo pra ver meu canário cantar
No soluçar do vento
No sussurro das folhagens
No gemido dos coqueiros
Pede a ele pra criar coragem
Nem assim o meu canário canta
E da minha garganta, um triste gemido sai
Ui-ui, ai-ai
Ui-ui, ai-ai

19 de setembro de 2007

Codigo de canto



EL CANTO DE LOS CANARIOS MALINOIS Y TIMBRADO




Introducción: Los aficionados al canto de los canarios están acostumbrados a que se lo transcriba los giros o Touren, con sílabas del alfabeto alemán, francés o castellano. En la Escuela de Canto de la UCRA se ha tratado de describirlo con este criterio pero usando las vocales castellanas, otro tanto ocurre con las consonantes.
Hacemos salvedad del uso de otro idioma cuando es necesario: la vocal U puede ser corta, larga o breve, pero también abocinada como la ü alemana, que siempre decimos por tradición que se parece al la u francesa. Así tenemos u, uu, y ü. Se les asigna diferente valor y cuanto más baja y larga es la emisión, tanto mayor su valor.Las cinco vocales castellanas suelen ser muy diferentes en otros idiomas, más cerradas, más abiertas, más parecida entre ellas, por lo tanto tienen diferente valor.
Fueron los alemanes quienes pensaron en el sistema alfabético paradescribir el valor de su famoso Roller Harz y establecieron dos líneas de canto:
la hueca y la de agua. Hoy cultivamos la hueca y es muy difícil fijar una línea de agua (Wasser), en la que se introduce claramente la consonante L en los giros ablandándolos con destacada y notoria calidad, en el Wassertour y en los Bluck. A los Gluck los consideramos huecos, bien formados suelen ser raros, por eso si los escuchamos, el cuarteto califica para los Campeonatos Argentino o Mundial.
En todos los casos las vocales son las que hacen posible la pronunciación valiosa de la sílaba. Las consonantes caracterizan el texto de los giros. Este aporte aparentemente simple, fue de gran utilidad. La voz humana podía repetir lo que hacía el canario y fijar lo valioso de su canto, prescindiendo de la notación en notas musicales.
Se trata en todos los casos de un sistema descriptivo que no denota el canto real sino sus características constitutivas. La canción de los canarios consiste en el enlace correcto de sus giros en una emisión sonora.
Por lo tanto para evaluar a los canarios de canto malinois y timbrado se usó el mismo criterio, el continuum sonoro del canto se fraccionó en giros correctamente separados y se les atribuyó determinado valor estimado en puntos.
Las pautas para estimar el valor de cada giro consisten en dos parámetros claramente audibles, la discontinuidad o continuidad que tienen las sílabas entre sí en la emisión del giro. Setrata de secuencias ininterrumpidas, interrumpidas suavemente, o fuertemente interrumpidas.Se convino que una secuencia continua es más valiosa que la discontinua, el sistema no era arbitrario, pues el canario suele lucirse mucho más en belleza y armonía, en las series continuas.
Los Malinois o Waterslager:
Los parámetros para la valoración de estos hermosos pájaros de cantoflamencos fueron establecidos por expertos en un congreso nacional de Anveres (Bélgica) en junio de l955.
El valor fonético constitutivo de los giros, a los efectos de que fuesen más claros para los estudiantes, la Federación Ornitológica Española lo transcribió a la lengua española.Se distinguieron giros o variaciones positivos y negativos.Los giros positivos son los siguientes:
Los giros negativos son los siguientes:
Aspiración.Tonos agudosTi,ti, te,te.
Nasales Chop, chep, tietChap, tiepson muy peligrosos y conducen a la descalificación.
Cada giro tiene su nombre en flamenco, se lo traduce para que no exista desconcierto total, con la práctica el criador aprenderá los nombres originales.
Lo mismo ocurre en el canto Roller Harz, rápidamente los estudiantes se familiarizan con la denominación alemana y de manera tal se hagan entender en cualquier país.
La más de las veces, la denominación describe onomatopéyicamente elgiro. Rulados quiere decir canto rolado, como en el canario Roller Harz, roller es palabra francesa que significa rodar, dar vuelta, girar.
Como vemos la canción del canario malinois ha sido fraccionada del continuum sonoro que canta cada pájaro. Se la ha dividido en fragmentos distintivos a los que por su belleza se lea asignó diferente valor.
En el malinois se trata de detectar todo lo valioso del canto de agua, con preferencia lo bl, gl, l, unidas a vocales u , o, a ,diptongos ui, ua, pero nunca con r. Es totalmente diferente al roller hueco.
La descripción pormenorizada de cada giro será motivo de estudios mayor y dedicado, creemos haber cumplido por el momento con la semblanza informativa que tienen estas líneas.

Lo mismo haremos con el timbrado.
El timbrado.( se lo llama español con mucho orgullo)Por supuesto posee texto muy diferentes a los de los malinois y harzer roller.
La Federación Española distingue:Los timbres de estos pájaros se componen del sonido semejante al del antiguo timbre eléctrico casero, llamador antaño de las casas de familia. A saber: R+I, en continuidad: RIRIRIRIRIRI. De la modulación correcta de este giro, que alcanza hasta 9 puntos, obtenemos:Variaciones lentas: secuencias algo más lentas que los timbres, se las diferencia por el cambio vocálico en e, o y u. Es giro corto posee más valor cuanto más cerrada sea la vocal, la oquedad y profundidad. Suele ser breve porque de lo contrario caería en rolado, y se lo penaliza. Alcanza l8 puntos.Timbre de agua, su texto es la l acompañada de b. + vocal i. BLI; BLI. Alcanza los 9 puntos-Cascabel de ritmo discontinuo compuesto por l , n + vocal i. LI, LI
Floreos que pueden como en el floreo lento usar todas las vocales yconsonantes.Floreos lentos: como dijimos, usa todas las vocales y consonantesdel floreo, se diferencia en el ritmo de emisión que es lento, discontinuo. Hasta 27 puntos.Campana: sonidos discontinuos, metálicos de timbre. Se deben parecer al sonido de la campana real usando las vocales a y o y las consonantes p,t, b, n o ng. Ej.Plom, plan, cion, tian. Alcanza hasta 9 puntos.
Cloqueos: se parecen al sonido que emite la gallina clueca cuando llama a los pollitos: clo, clo, clo. Es claramente discontinuo. El texto es con c+l más vocales o yu. Hasta l8 puntos.Castañuela: se lo denomina por su parecido con las castañuelas de los bailadores. Consonante c, k+ vocal a. Fuertemente interrumpido, discontinuo. No se admiten cambios fonéticos. Hasta 9 puntos.
Variaciones conjuntas: variedad de sonidos superpuestos en el mismo tiempo de emisión, es claramente diferente.

Durante la emisión las voces pueden ser dobles con mayor o menor intensidad. Hasta 27 puntos.Agua lenta; es de ritmo discontinuo muy bello y ofrece dificultades, el uso de las consonantes b y l con diptongos au, ui, oi, con arrastre. Puede contener las consonantes p,g,v y b + vocal i. Hasta 18 puntos.
Agua semiligada: son giros compuestos de características parecidas al anterior, pero en los primeros es siempre discontinuo, en cambio en estos es continuo o semicontinuo.
Puede imitar el sonido de las aguas corrientes o el borboteo del agua al herir.

Hasta aquí creemos haber caracterizado ligeramente estos dos tipos de cantores por sus emisiones y giros propios y diferentes.La interpretación siempre depende de los jueces, quienes deben poseer muy buen oído musical, saber distinguir lo bueno de lo muy bueno y esto se obtiene por frecuentación, capacitación y mucha práctica con los canarios.
Los jueces estiman el fantasma sonoro de la canción del canario y lodenominan Impresión General, la cual asignan a cada pájaro según su desempeño en los conjuntos. La impresión suele disminuir cuando el pájaro emite giros negativos, interrumpe la canción, etc.
Algo que todo aspirante a juez debe tener siempre en cuenta es que los canarios suelen ser muy veloces en la emisión de su canción.
Captarla y valorarla inmediatamente ofrece siempre un desafío.

Todo criador debe aprender a valorar correctamente sus pájaros y tratar de ser juez, de Club, FOA, o COM, en la medida de sus posibilidades. Concurrir siempre a la Escuela de Canto es necesario para intercambiar pareceres y estar al tanto de las novedades que se introducen en las valoraciones.

Rodolfo Jorge Ramirez
Instructor de Canto
Escuela de Canto Clásico UCRA
From:http://www.canariosucra.com.ar/Razas/canto.htm

Jan Kubelik plays "Zephyr" by Hubay